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<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><title>Journal — Artifactory</title><link>https://journal.artifactory.com.br</link><description>O que está sendo publicado na rede Journal.</description><language>pt-BR</language>
<item><title>O FIRE 2026 chegou e haverá um ANTES e um DEPOIS dele</title><link>https://joaopedroresende.com/a/fire-2026</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/fire-2026</guid><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 21:28:07 GMT</pubDate><description>Um antes e um depois para o FIRE, para a Hotmart e para você.</description><content:encoded><![CDATA[<p>Chegou.</p>
<p>Hotmart FIRE é o maior e mais importante evento da Hotmart no mundo. E olha que nós fazemos MUITOS eventos todos os anos. Bem mais de 100.</p>
<p>Mas, para além do FIRE já ser especial, o FIRE 2026 conseguirá ser AINDA mais. Ele marcará o início e o fim de muita coisa e, com isso, certamente será um evento que trará o começo (ou re-começo) da jornada empreendedora de muita gente.</p>
<p>Por mais que eu seja alguém que ama ficar em casa, eu sempre participei muito de eventos. Como participante mesmo, não só como palestrante. Muitas das ideias que eu tive para a Hotmart vieram exatamente quando eu estava fora de casa, em eventos, e este é só o primeiro dos motivos para eu valorizar tanto esse tipo de experiência:</p>
<ol class="jr-olist"><li><p>Desligar da rotina: quando você vai a um evento, especialmente se for em outra cidade, você inevitavelmente sai da rotina. Isso vai arejar a sua cabeça e dar espaço para seu cérebro pensar em outras coisas. Muitas vezes, coisas que seriam inalcançáveis para ele no dia a dia do escritório. É um sopro de vida na sua criatividade.</p></li><li><p>Estar fora do dia a dia também ajuda você a entender melhor como a sua operação funciona sem você, e ajuda a equipe a &quot;desmamar&quot; de você para fazer a empresa rodar de forma mais independente do fundador. É um exercício importante para revelar elos fracos e estimular autonomia.</p></li><li><p>Eventos são uma forma incrível de DESCOBERTA. Há muitas coisas que você tem total consciência que não sabe, mas que precisa aprender. Porém, <em>há coisas que você nem sabe que deveria saber</em>. Estas são as mais delicadas, porque você sequer tem a chance de buscar aprendê-las ou evoluí-las, uma vez que sua própria existência são do seu desconhecimento. Quando você senta em uma cadeira para ouvir um palestrante e está presente ali, naquele momento, ele trará coisas que você ouvirá pela primeira vez, e terá a chance de se aprofundar depois.</p></li><li><p>Eventos também são uma excelente forma de APRENDER. E aqui estou me referindo a aprimorar algo que você já faz. Saber um jeito novo e mais eficaz ou eficiente, de fazer algo que você já executa no seu negócio ou ofício. É sair de lá com uma lista de tarefas pronta para ser aplicada e gerar resultados.</p></li><li><p>São também uma excelente forma de passar tempo de qualidade com seu sócio ou equipe próxima. Novamente, isto é consequência de sair da rotina, mas se você tem alguém com você nesses dias de evento, você se verá tendo conversas com essas pessoas que jamais aconteceriam no turbilhão do dia a dia. Uma quantidade muito grande de ideias e resoluções de problemas se deram na Hotmart assim: no tempo passado junto com meu sócio e executivos, fora do escritório.</p></li><li><p>Por fim, eventos são perfeitos para se conectar com outras pessoas. Gente que, muitas vezes, dificilmente você conseguiria acessar. As pessoas costumam estar muito abertas em eventos, então é uma oportunidade ótima para encontrar parceiros, fornecedores, colaboradores e claro, clientes.</p></li></ol>
<p>Você terá tudo isso no FIRE, e mais uma <strong>injeção de atualização sobre tudo o que funciona AGORA na Creator Economy, no mercado de infoprodutos, no marketing digital</strong> e todos os temas relacionados a isso. São mais de 100 palestrantes, 5 palcos e muita coisa acontecendo, em toda parte, o tempo todo.</p>
<h2>Novidades a caminho...</h2>
<p>Cada um terá uma experiência muito pessoal no FIRE. A quantidade de &quot;RESETs&quot; que o evento já causou na vida dos participantes ao longo de seus 10 anos não dá nem para contar. Mas dessa vez o RESET será outro.</p>
<p>Primeiro, nós anunciaremos o que vai mudar para os próximos FIREs. E teremos mudanças importantes (para melhor!), e quem estiver lá vai se beneficiar disso, claro.</p>
<p>Segundo... os lançamentos da Hotmart que estamos levando esse ano <strong>vão chacoalhar o mercado.</strong></p>
<p>Na 5a feira, logo no início do evento eu vou mostrar a vocês algumas das últimas coisas em que nós viemos trabalhando... Eu acredito que vocês gostarão muito e algumas delas serão, <em>para dizer o mínimo, surpreendentes</em>.</p>
<p>Tenho certeza que <strong>haverá um antes e um depois desse dia</strong>, no nosso mercado. Quem estiver lá, verá (e também vai poder se aproveitar disso).</p>
<div class="jr-btnwrap"><a class="jr-cta-btn ch8" href="https://fire.hotmart.com/" style="background:#D35400;color:#FFFFFF" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Quero participar do FIRE 2026</a></div>
<h2>Minha última dica para você que vai ao FIRE 26</h2>
<p>Aproveite muito o evento, assista palestras, conheça pessoas, visite os estandes, divirta-se, faça tudo, mas garanta uma coisa: no máximo na segunda-feira, você vai executar alguma coisa que aprendeu no evento. Vai começar algum projeto que você idealizou durante o evento. Vai fazer algum ajuste no seu negócio que você aprendeu no evento. Você VAI agir.</p>
<p>Por favor, não seja o aprendedor do evento. Nada contra quem só vai para aprender, mas o FIRE tem mais potencial do que apenas ensinar. O FIRE te entrega o potencial de se transformar de verdade. Aprenda, mas faça também. Segunda-feira, você vai lá e faz. Depois volta aqui e me conta quais foram os seus principais insights e o que você decidiu fazer primeiro. Combinado?</p>
<p>Nos vemos no FIRE!</p>
<div class="jr-btnwrap"><a class="jr-cta-btn ch8" href="https://fire.hotmart.com/" style="background:#D35400;color:#FFFFFF" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Garanta seu lugar (últimos ingressos!)</a></div>]]></content:encoded></item>
<item><title>Dia 3 de Setembro - Dia do Biólogo </title><link>https://journal.artifactory.com.br/gatosnodiva/a/dia-3-de-setembro-dia-do-biologo</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/gatosnodiva/a/dia-3-de-setembro-dia-do-biologo</guid><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 01:41:04 GMT</pubDate><description>Todos são Biólogos? Já que não há exercício ilegal da profissão, apenas contravenção penal.</description><content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo aqui não é falar sobre direito, legislações ou CBO... mas sim, falar sobre os palpiteiros de todas as áreas, ainda mais agora em tempos de Internet.</p>
<p>Escolhi o próprio dia 3 de Setembro (Dia do Biólogo) para inaugurar este blog/newsletter e voltar aos meus tempos áureos de <mark class="jr-grifo">&quot;old school&quot; dos blogs no Blogger e no Blogspot.</mark> Ainda um dia desses de 2026 eu pesquisava no Google: <em>&quot;blogs ainda são lidos?&quot;.</em></p>
<p>Até porque hoje todo mundo tem alguma coisa para falar, colocar sua voz no mundo. O que não é ruim, pois acredito que todo mundo tem algo a contribuir e sou a favor da máxima que ouvi de Wendell Carvalho: &quot;alguém nesse momento está precisando do seu pior conteúdo...&quot;!</p>
<p>O que você quer dizer / ensinar ajuda alguém?</p>
<p>Ou traz discórdia?</p>
<p>Traz ansiedade?</p>
<p>Calma, que eu vou explicar! Vivemos a era do &quot;sei fazer bolo, então vou ser confeiteira na internet&quot;! Posso monetizar tudo e qualquer coisa? OK, temos a vertente do &quot;nós contra eles&quot;, nossas &quot;bandeiras&quot;, mas esse tal conteúdo tem comprovação de que funciona? E funciona pra quem? Como eu disse: traz discórdia ou ansiedade?</p>
<p>Minutos antes de sentar aqui eu estava em uma prosa despretenciosa com uma vizinha que resgatou uma cachorrinha de abandono. Apartamento de menos de 40m2. Ociosidade, lugar novo. Começou a roer coisas, claro! A vizinha, com a melhor das intenções, contratou um sujeito que se diz adestrador.... aqueles, de bairro, sabe? Vamos citar a fala dele:</p>
<p><em>&quot;... porque você tem que mostrar a ela quem manda, restringir o espaço dela no apartamento</em> <mark class="jr-grifo">(eu pensando, restringir menos ainda? Os nossos aptos aqui não tem nem 40m2!).</mark> <em>Se você fica até 4h fora de casa, pode deixar sem água e sem comida também...&quot;</em></p>
<p>E é aí que eu entro no &quot;seu pior conteúdo&quot; e no subtítulo desse texto: todos são biólogos agora?</p>
<p>David Mech (Lucyan David Mech - o próprio criador da teoria) já desmentiu a teoria ultrapassada sobre dominância em cães há mais de 10 anos (mostrar quem manda???)</p>
<p>Nós passamos anos a fio dentro de uma faculdade, horas de estudo, llivros, artigos, congressos, encontros, grupos de estudos, encontros anuais... e aí vem um curioso, que sabe-se lá Deus de onde saiu e me dá uma bola fora dessas! Sim, todos são Biólogos agora. Quantos desse não temos em todos os mercados? Desafios de emagrecimento, mecânicos, experts em finanças. Porque no acadêmico é isso: o psicólogo trata da psiquê humana e o Biólogo (com B maiúsculo porque o texto é meu!) estuda e pesquisa o comportamento visceral de animais não humanos. Mas quem resolve o meu problema é o &quot;Zezinho&quot;, porque a cachorrinha não destruiu mais nada. Claro! Está apática, não faz nenhuma atividade e fica trancada no box quando os tutores se ausentam por até 4 horas. O conteúdo desse moço ajudou a vizinha? Sim! Ela está super feliz que agora a cachorrinha está super comportada! Não trouxe discórdia e nem ansiedade, mas PARA QUEM? Porque não foi isso que eu senti da cachorrinha...</p>
<p>E por falar em congresso, em Agosto eu assisti uma palestra em um encontro de comportamentalistas onde falávamos sobre os maus-tratos que são invisíveis, como este. A ausência de saúde mental animal. O animal está gordinho, comendo, bebendo, passeando e brincando, então está bem! #sóquenão</p>
<p>Esse texto não é sobre as 5 liberdades animais.</p>
<p>Esse texto é sobre RESPONSABILIDADE! Você deve estar pensando: &quot;nossa, que clichê...&quot;. Não! Esse é um assunto que nunca fica velho! RESPONSABILIDADE não fica velha!</p>
<p>Talvez eu esteja enferrujada nesse retorno? Talvez sim. Muitas reticências e muitas aspas neste texto, eu sei. Ainda assim, é melhor a gente trazer o nosso PIOR CONTEÚDO, mas com responsabilidade, do que ficar inerte.</p>
<p>Da série: &quot;eu não vou sofrer sozinha&quot;!</p>
<p>Meu objetivo aqui não é falar sobre comportamento animal, nem legislação, nem maus-tratos animais. Meu objetivo aqui é refletir junto com vocês e trazer visões diferentes de um mercado que eu estou inserida há quase 3 décadas.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Ninguém vê os anos em que você ainda não era um “caso de sucesso”</title><link>https://journal.artifactory.com.br/brunomachado/a/empreendorismo-lutas-glorias</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/brunomachado/a/empreendorismo-lutas-glorias</guid><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 17:20:37 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<p>É fácil admirar uma empresa depois que ela cresceu.</p>
<p>É fácil olhar para um empreendedor com clientes, equipe, dinheiro entrando e uma marca reconhecida e pensar:</p>
<p>“Esse cara deu certo.”</p>
<p>O que quase ninguém vê são os anos anteriores.</p>
<p>A época em que ninguém conhecia seu trabalho.</p>
<p>Os clientes que disseram não.</p>
<p>As propostas que ficaram sem resposta.</p>
<p>O dinheiro investido que não voltou.</p>
<p>As ideias que pareciam incríveis e simplesmente não funcionaram.</p>
<p>E, principalmente, os dias em que você mesmo não tinha certeza se aquilo daria certo.</p>
<h2>Todo negócio começa pequeno</h2>
<p>Existe uma pressão estranha para parecer grande desde o primeiro dia.</p>
<p>Logo nova. Site perfeito. Escritório bonito. Muitos seguidores. Equipamentos. Equipe. Faturamento.</p>
<p>Mas a realidade da maioria dos pequenos empreendedores é muito diferente.</p>
<p>Muitas empresas começam com uma pessoa fazendo praticamente tudo.</p>
<p>Você vende.</p>
<p>Você atende.</p>
<p>Você cobra.</p>
<p>Você divulga.</p>
<p>Você resolve o problema do cliente.</p>
<p>E, quando sobra tempo, ainda tenta descobrir como fazer tudo isso funcionar melhor no dia seguinte.</p>
<p>Não existe nada de errado nisso.</p>
<p>O pequeno negócio de hoje pode ser uma empresa muito diferente daqui a cinco anos.</p>
<p>Mas existe uma condição:</p>
<p>você precisa continuar construindo.</p>
<h3 class="jr-h3">Você está comparando o seu capítulo 1 com o capítulo 10 de outra pessoa</h3>
<p>Esse talvez seja um dos maiores problemas de empreender na era das redes sociais.</p>
<p>Nós vemos resultados o tempo inteiro.</p>
<p>“Faturei R$ 100 mil.”</p>
<p>“Contratamos nosso 50º funcionário.”</p>
<p>“Estamos inaugurando nossa nova sede.”</p>
<p>“Batemos nosso recorde de vendas.”</p>
<p>O que raramente aparece é:</p>
<p>“Passei seis meses tentando fazer isso funcionar.”</p>
<p>“Perdi dinheiro tomando uma decisão errada.”</p>
<p>“Meu primeiro produto não vendeu.”</p>
<p>“Ouvi não de dezenas de clientes.”</p>
<p>“Quase desisti.”</p>
<p>Você vê a inauguração da nova sede.</p>
<p>Não vê a primeira mesa improvisada.</p>
<p>Vê os milhares de clientes.</p>
<p>Não vê a comemoração quando apareceu o primeiro.</p>
<p>Por isso, tenha cuidado ao usar o sucesso dos outros como régua para medir o seu progresso.</p>
<p>Você pode estar apenas alguns capítulos atrás.</p>
<h3 class="jr-h3">Seu primeiro cliente importa</h3>
<p>Existe algo especial acontecendo quando uma pessoa decide pagar pelo que você oferece.</p>
<p>Talvez sejam R$ 50.</p>
<p>Talvez R$ 500.</p>
<p>Talvez R$ 5 mil.</p>
<p>O valor importa menos do que parece.</p>
<p>Porque naquele momento aconteceu algo muito importante:</p>
<p>alguém encontrou valor suficiente no que você criou para tirar dinheiro do próprio bolso e entregar para você.</p>
<p>Isso é mercado.</p>
<p>É aí que um negócio começa a deixar de ser apenas uma ideia.</p>
<p>Depois vem o segundo cliente.</p>
<p>O terceiro.</p>
<p>O décimo.</p>
<p>Você melhora o produto.</p>
<p>Aprende a vender.</p>
<p>Aprende a divulgar.</p>
<p>Comete erros.</p>
<p>Ajusta preços.</p>
<p>Entende melhor o cliente.</p>
<p>E aquilo que inicialmente parecia improvisado começa a ganhar forma.</p>
<h3 class="jr-h3">Não romantize a persistência</h3>
<p>Continuar não significa insistir eternamente na mesma ideia.</p>
<p>Essa diferença é importante.</p>
<p>Empreendedores precisam ter persistência, mas também precisam aprender a mudar.</p>
<p>Se uma campanha não funciona, mude.</p>
<p>Se o cliente não quer seu produto, tente entender por quê.</p>
<p>Se o preço está errado, ajuste.</p>
<p>Se você descobriu uma maneira melhor de fazer, abandone o orgulho e faça diferente.</p>
<p>Persistência não é bater todos os dias na mesma parede esperando que ela desapareça.</p>
<p>É continuar procurando uma porta.</p>
<p>Às vezes, crescer exige insistir.</p>
<p>Outras vezes, exige reconhecer que você estava errado.</p>
<p>Os dois fazem parte do jogo.</p>
<h3 class="jr-h3">Você provavelmente sabe muito mais do que sabia um ano atrás</h3>
<p>Esse é um exercício interessante.</p>
<p>Pense no empreendedor que você era 12 meses atrás.</p>
<p>Quantas coisas que pareciam complicadas naquela época hoje são normais para você?</p>
<p>Quantas decisões você tomaria diferente?</p>
<p>Quantos erros conseguiria evitar?</p>
<p>Esse conhecimento tem valor.</p>
<p>Nem todo crescimento aparece imediatamente no faturamento.</p>
<p>Às vezes ele aparece primeiro na sua capacidade de tomar decisões melhores.</p>
<p>Depois, os números começam a acompanhar.</p>
<h3 class="jr-h3">Talvez você esteja vivendo justamente a parte da história que ninguém vai contar</h3>
<p>Se você está começando agora, talvez seu negócio ainda seja pequeno.</p>
<p>Talvez esteja trabalhando sozinho.</p>
<p>Talvez as vendas ainda sejam instáveis.</p>
<p>Talvez algumas pessoas nem entendam direito o que você está tentando construir.</p>
<p>Tudo bem.</p>
<p>Porque praticamente toda história empresarial que admiramos tem uma parte pouco interessante para quem olha de fora.</p>
<p>É a fase da construção.</p>
<p>Sem manchetes.</p>
<p>Sem grandes números.</p>
<p>Sem aplausos.</p>
<p>Apenas alguém tentando fazer alguma coisa funcionar um pouco melhor a cada dia.</p>
<p>E talvez daqui a alguns anos alguém encontre sua empresa, veja seus resultados e diga:</p>
<p>“Você teve sorte. Seu negócio deu certo.”</p>
<p>Provavelmente essa pessoa nunca saberá quantas vezes não deu.</p>
<p>Quantas coisas precisaram mudar.</p>
<p>Quantos “nãos” vieram antes dos “sins”.</p>
<p>E quantos dias comuns foram necessários para construir aquilo que, visto de fora, parece ter acontecido de repente.</p>
<p>Por isso, se você está nessa fase agora, não tenha vergonha de estar começando pequeno.</p>
<p>Aprenda.</p>
<p>Venda.</p>
<p>Erre.</p>
<p>Melhore.</p>
<p>Cuide do seu dinheiro.</p>
<p>Escute seus clientes.</p>
<p>E continue construindo.</p>
<p>Porque antes de existir um “caso de sucesso”, quase sempre existiu alguém trabalhando durante muito tempo sem nenhuma garantia de que um dia seria chamado assim.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Hollywood disruptada.</title><link>https://joaopedroresende.com/a/hollywood-disruptada</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/hollywood-disruptada</guid><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 10:35:28 GMT</pubDate><description>A indústria cinematográfica não tem como desver isso. Mas será que o público vai querer... ver?</description><content:encoded><![CDATA[<p>A indústria cinematográfica não tem como desver isso. Mas será que o público vai querer... ver?</p><p><em>Conteúdo para inscritos — leia no site.</em></p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Já é hora de buscar uma carreira de Serviço Braçal?</title><link>https://joaopedroresende.com/a/hora-de-buscar-uma-carreira-de-servico-bracal</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/hora-de-buscar-uma-carreira-de-servico-bracal</guid><pubDate>Wed, 02 Sep 2026 10:41:14 GMT</pubDate><description>Há especialistas em IA dizendo para você se tornar Encanador. Será?</description><content:encoded><![CDATA[<p>Há especialistas em IA dizendo para você se tornar Encanador. Será?</p><p><em>Conteúdo para inscritos — leia no site.</em></p>]]></content:encoded></item>
<item><title>10 anos de ATweb</title><link>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/10-anos-em-producao</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/10-anos-em-producao</guid><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:27:11 GMT</pubDate><description>O ATweb nasceu pensando em empresas menores, cresceu sendo desafiado por grandes operações e chegou aos 10 anos ainda em movimento.</description><content:encoded><![CDATA[<p>Neste mês (Setembro de 2026), o ATweb completa 10 anos.</p>
<p>Quando começamos, imaginávamos uma plataforma voltada principalmente para empresas menores. O objetivo era resolver problemas reais de atendimento e organização, construindo um sistema simples, útil e próximo da realidade dos clientes.</p>
<p>Mas os planos mudaram enquanto estávamos executando.</p>
<p>Empresas maiores começaram a chegar. Com elas vieram operações mais complexas, volumes que nunca tínhamos enfrentado, integrações, regras específicas e um nível de responsabilidade muito maior. Em muitos momentos, não estávamos completamente preparados — mas precisávamos aprender rápido.</p>
<p>E aprendemos fazendo.</p>
<p>Houve uma época em que o crescimento exigia esforço físico, literalmente. Fizemos bate e volta até São Paulo para buscar servidores novos e levá-los ao datacenter. Saíamos às cinco da manhã e voltávamos para casa às cinco da manhã do dia seguinte. Eram 24 horas seguidas entre estrada, equipamentos, configurações e a pressão de colocar tudo para funcionar.</p>
<p>Hoje parece uma realidade distante. A infraestrutura mudou, a tecnologia evoluiu e boa parte daqueles problemas ganhou soluções mais modernas. Mas essas histórias representam bem o que foi construir o ATweb: perceber um limite, agir rápido e encontrar uma maneira de continuar.</p>
<p>Durante esses 10 anos, tivemos que aprender muito mais do que desenvolver software. Aprendemos sobre atendimento, gestão, infraestrutura, segurança, processos e, principalmente, sobre pessoas. Entendemos que entregar uma boa plataforma é apenas uma parte do trabalho. É preciso conhecer a operação do cliente, estar presente nos momentos importantes e assumir responsabilidade pelo que acontece depois que o sistema entra no ar.</p>
<p>A empresa também cresceu. Novas pessoas foram chegando, trazendo conhecimento, ideias e diferentes formas de enxergar os problemas. Hoje somos um time de 10 pessoas. Pode parecer pequeno diante do tamanho das operações que atendemos, mas é um time que conhece profundamente o produto, os clientes e a responsabilidade que carrega.</p>
<p>Olhando para trás, é fácil enxergar decisões que poderiam ter sido diferentes. Houve erros, noites mal dormidas, tecnologias que ficaram antigas e momentos em que tivemos que reconstruir partes importantes enquanto tudo continuava funcionando.</p>
<p>Ao mesmo tempo, cada dificuldade ajudou a formar o que somos hoje.</p>
<p>Completar 10 anos não significa que chegamos ao destino. Na verdade, tenho a sensação de que estamos começando uma nova fase. Mais maduros, com mais experiência e conscientes de que aquilo que nos trouxe até aqui não será, necessariamente, o que nos levará aos próximos 10 anos.</p>
<p>Se existe uma coisa que essa história nos ensinou, é que uma empresa não cresce porque tem todas as respostas. Ela cresce porque continua aprendendo, mesmo quando os desafios chegam antes de ela se sentir pronta.</p>
<p>O ATweb nasceu pensando em empresas menores, cresceu sendo desafiado por grandes operações e chegou aos 10 anos ainda em movimento.</p>
<p>Ainda aprendendo. Ainda evoluindo. Ainda em produção...</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Onde a IA realmente ajuda no atendimento ao cliente</title><link>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/onde-a-ia-realmente-ajuda-no-atendimento-ao-cliente</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/onde-a-ia-realmente-ajuda-no-atendimento-ao-cliente</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 22:07:20 GMT</pubDate><description>Depois de anos acompanhando operações de atendimento por meio do ATweb, percebo que o maior valor da IA nem sempre está em substituir quem atende. Muitas vezes, ela gera mais resultado quando trabalha nos bastidores, organizando informações e preparando o atendente para tomar decisões melhores.</description><content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em inteligência artificial no atendimento, é comum imaginar uma operação totalmente automatizada: o cliente envia uma mensagem, a IA entende o problema, toma uma decisão e resolve tudo sem qualquer participação humana.</p>
<p>Essa visão é interessante, mas está distante da realidade de muitas empresas.</p>
<p>Depois de anos acompanhando operações de atendimento por meio do ATweb, percebo que o maior valor da IA nem sempre está em substituir quem atende. Muitas vezes, ela gera mais resultado quando trabalha nos bastidores, organizando informações e preparando o atendente para tomar decisões melhores.</p>
<p>Imagine um consumidor que entra em contato para saber sobre uma assistência técnica. Antes de responder, o atendente precisa identificar o cliente, localizar o produto, consultar atendimentos anteriores, verificar uma ordem de serviço e entender o que já foi combinado.</p>
<p>No ATweb, procuramos concentrar essas informações e oferecer uma visão mais completa do relacionamento com o cliente. A IA pode tornar esse processo ainda mais eficiente: resumindo o histórico, identificando o assunto da conversa e destacando as informações realmente importantes.</p>
<p>Em vez de o atendente ler dezenas de mensagens, ele pode receber algo como:</p>
<p>“Cliente relata atraso no reparo. A ordem de serviço está aberta há 12 dias. Já entrou em contato duas vezes e demonstra insatisfação.”</p>
<p>Com esse contexto, a equipe começa o atendimento sabendo o que aconteceu, qual é o nível de urgência e qual deve ser o próximo passo.</p>
<p>A IA também pode ajudar na classificação dos contatos. Uma mensagem sobre defeito em um produto pode ser direcionada para o atendimento técnico. Uma dúvida sobre entrega pode seguir para a equipe responsável pelos pedidos. Uma intenção de compra pode se transformar em oportunidade comercial.</p>
<p>Essa triagem reduz transferências desnecessárias e evita que o cliente precise repetir o problema várias vezes.</p>
<p>Mas existe um contraponto importante: classificar não é o mesmo que compreender completamente.</p>
<p>O cliente nem sempre explica o problema com clareza. Ele pode misturar diferentes assuntos, demonstrar irritação ou precisar de uma exceção que não está prevista no processo. Se a empresa confiar cegamente na decisão da IA, pode direcionar o atendimento para o lugar errado ou oferecer uma resposta que não considera toda a situação.</p>
<p>Outro exemplo está nas sugestões de resposta. A IA pode consultar informações, interpretar a conversa e preparar uma mensagem para o atendente. Isso reduz o tempo gasto procurando procedimentos e escrevendo respostas repetitivas.</p>
<p>Por outro lado, permitir que a IA responda automaticamente a qualquer situação pode criar um atendimento rápido, mas distante. Uma resposta tecnicamente correta pode parecer indiferente diante de um cliente que está esperando há vários dias ou que já tentou resolver o mesmo problema diversas vezes.</p>
<p>Automatizar tudo não significa necessariamente atender melhor.</p>
<p>Dentro do ATweb, os bots e as automações podem cuidar de etapas previsíveis, como coletar dados iniciais, identificar o motivo do contato e encaminhar a conversa. A IA amplia essa capacidade ao entender mensagens mais naturais, sem depender apenas de menus rígidos ou palavras específicas.</p>
<p>Ainda assim, existe um momento em que a conversa precisa chegar a uma pessoa. Negociações, reclamações mais delicadas, exceções comerciais e decisões que envolvem responsabilidade não deveriam ficar completamente nas mãos de um modelo de inteligência artificial.</p>
<p>Por isso, acredito que o melhor uso da IA no atendimento esteja na combinação entre tecnologia, processos e pessoas.</p>
<p>O ATweb organiza os canais, os históricos e os fluxos da operação. A IA pode interpretar essas informações, encontrar padrões, resumir conversas, sugerir ações e reduzir tarefas repetitivas. O atendente, por sua vez, continua responsável por compreender as nuances, aplicar empatia e tomar decisões quando o processo padrão não é suficiente.</p>
<p>A pergunta, portanto, não deveria ser apenas:</p>
<p>“Quantos atendimentos podemos automatizar?”</p>
<p>Talvez a pergunta mais importante seja:</p>
<p>“Como podemos usar a IA para que cada atendimento seja mais rápido, contextualizado e resolutivo?”</p>
<p>No fim, o papel da IA não precisa ser afastar as empresas de seus clientes. Quando bem aplicada, ela faz justamente o contrário: elimina parte do trabalho operacional para que as pessoas tenham mais tempo e informação para cuidar do que realmente importa.</p>
<p>Até a próxima 😊</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>A incansável busca pela produtividade </title><link>https://journal.artifactory.com.br/giovanacarvalho/a/a-incansavel-busca-pela</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/giovanacarvalho/a/a-incansavel-busca-pela</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:27:15 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<p>Quando decidi que faria a faculdade de direito, eu sabia que junto com a minha decisão viria também intermináveis 10 (dez) semestres do curso, ou seja, cinco bons anos estudando à noite e trabalhando durante o dia.</p>
<p>Para que essa rotina funcionasse eu precisava equilibrar muitos pratos e, dentre eles, estava a obrigação de ajudar minha mãe com as tarefas de casa.</p>
<p>Me lembro que desde sempre e para todas essas coisas - estudar, fazer trabalho, trabalhar ou limpar a casa - eu sempre tinha algo como indispensável: ouvir música.</p>
<p>Uma boa faxina nunca começava sem antes a playlist ser escolhida, o que sempre acontecia de acordo com a vibe/humor do dia. Importante lembrar aos mais jovens que, naquela época, escolher uma playlist significava abrir uma pasta com CDs ou DVDs, e colocar algum deles para tocar no aparelho.</p>
<p>No trabalho sempre tinha alguma rádio ao vivo tocando ou então algumas músicas baixadas via download, rodando de forma aleatória no bom e velho Windows Media Player.</p>
<p>Com o passar dos anos e o avançar da tecnologia, o Spotify ganhou meu coração.</p>
<p>Para toda tarefa mais complexa, para aqueles casos adiados sucessivamente e que precisam ser entregues com urgência ou então para aqueles dias em que a procrastinação parece que vai me vencer, o melhor jeito para entrar no flow é ligar minha playlist <a href="https://open.spotify.com/playlist/0pHb5zEPUvV5U6vBFDwoZY?si=c5c8021763e645b9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&quot;Let's Work&quot;</a> e deixar fluir (o que dá certo na maioria das vezes).</p>
<p>Adotei este método por pura intuição e, apesar de eu funcionar assim há anos, todo assunto bem desenvolvido e que trata sobre produtividade e/ou procrastinação me chama a atenção. Confesso que meu objetivo sempre foi encontrar nesses conteúdos a &quot;fórmula mágica&quot; para virar a rainha da produtividade. Ledo engano!</p>
<p>Embora tenha conteúdos muito bons a respeito ( <a href="https://joaopedroresende.com/a/venca-a-procrastinacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">inclusive tem um bem bacana do J.P. Resende aqui no Journal</a> ), até então eu nunca tinha adotado nenhum método X ou Y e testado de forma efetiva. Na verdade, acabo pegando sempre uma dica ou outra dessas boas indicações e, com isso, vou aprimorando meu próprio método.</p>
<p>Recentemente, iniciei a leitura do livro <a href="https://www.h1editora.com/produto/produtividade-do-bem-150182" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&quot;Produtividade do Bem&quot; (Feel-Good Productivity - H1 Editora)</a>, escrito pelo médico e educador digital Ali Abdaal, o especialista em produtividade com mais seguidores no mundo.</p>
<p>Em seu livro, Ali Abdaal propõe o adeus à cultura da exaustão e ensina, dentre outras coisas, que o bem-estar é a melhor ferramenta de produtividade, que a seriedade é superestimada e que, caso você deseje produzir mais sem arruinar sua vida, você deveria abordar seu trabalho com uma postura de &quot;diversão&quot;. Para isso, ele sugere que ao analisar a sua rotina, suas tarefas mais difíceis e o seu trabalho em geral, você se pergunte: &quot;Como seria se fosse divertido?&quot;.</p>
<p>Na sequência, ele próprio respondeu como é que o trabalho dele (médico com plantões intermináveis e que se especializava em medicina geriátrica), se tornaria mais divertido: se tivesse música!</p>
<blockquote class="jr-quote"><p>&quot;A primeira resposta me veio de imediato: se fosse divertido, haveria música. Percebi que memorizar as tediosas vias bioquímicas se tornou magicamente muito mais interessante com a trilha sonora de O Senhor dos Anéis tocando em meus fones de ouvido. De repente, a música se tornou uma das formas mais importantes para eu trazer mais diversão ao meu trabalho&quot;.</p></blockquote>
<p>E foi então que eu me dei conta de que, na verdade, a música não me faz entrar em um estado de &quot;transe&quot; a ponto de me permitir produzir da forma como eu gostaria. Mais do que isso, ela é o fio condutor, o elemento capaz de tornar as tarefas mais difíceis e os dias mais cansativos em algo minimamente divertido.</p>
<p>Dito isto, e longe de mim querer simplificar algo que claramente é bem mais complexo e possui diversas camadas, diga-me: se hoje, apenas hoje, você deixasse de tentar encontrar a tal fórmula mágica da produtividade e se perguntasse como seria aquilo que você precisa fazer se fosse divertido, qual seria a sua mais sincera resposta?</p>
<p>Por mais simples que possa parecer, incluir o lema do &quot;como seria se fosse divertido&quot;, pode te trazer resultados transformadores. Por ser muito mais fácil de aplicar do que tantos outros métodos que exigem que você pare absolutamente tudo o que está fazendo para organizar todos os seus próximos passos, pensar em uma música bacana, adicionar senso de humor ou uma forma mais criativa de fazer o que precisa ser feito pode ser a tal &quot;fórmula mágica&quot; que você precisava para hoje.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Como eu (re)começaria do ZERO...</title><link>https://joaopedroresende.com/a/como-eu-re-comecaria-do-zero</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/como-eu-re-comecaria-do-zero</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 12:57:36 GMT</pubDate><description>... depois de: quebrar uma empresa, trabalhar de CLT e criar um Unicórnio de mais de $1 bilhão de dólares.</description><content:encoded><![CDATA[<p>... depois de: quebrar uma empresa, trabalhar de CLT e criar um Unicórnio de mais de $1 bilhão de dólares.</p><p><em>Conteúdo para inscritos — leia no site.</em></p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Uma semana dentro da operação</title><link>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/uma-semana-dentro-da-operacao</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/uma-semana-dentro-da-operacao</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 11:56:20 GMT</pubDate><description>Voltamos de BH com a plataforma em produção, muitos aprendizados e a certeza de que proximidade também faz parte do produto.</description><content:encoded><![CDATA[<p>Passamos uma semana em Belo Horizonte acompanhando o go-live da Suggar. Mais do que colocar um sistema em produção, vivemos de perto a rotina de quem realmente vai utilizá-lo.</p>
<p>Ficamos imersos nos processos da empresa, ajustando parâmetros, personalizando recursos e entendendo situações que dificilmente apareceriam apenas em reuniões ou vídeo-conferências. O contato direto com os usuários permitiu ouvir dúvidas, identificar necessidades e realizar ajustes enquanto a operação acontecia.</p>
<figure class="jr-fig a-centro" style="--fw:75%"><img style="width:100%;display:block" src="/media/f5d560e8e5fd969c794b.webp" alt="Eu, Marilene, Renata e Marcelo (meu sócio na ATweb)"><figcaption class="jr-figcap">Eu, Marilene, Renata e Marcelo (meu sócio na ATweb)</figcaption></figure>
<p>É nesse momento que percebemos que um go-live não representa apenas o fim de uma implantação. Ele marca o início de uma nova fase, na qual tecnologia, processos e pessoas precisam funcionar juntos.</p>
<p>Em projetos Enterprise, somente entregar o software não é suficiente. Estar presente faz diferença. É acompanhando a operação de perto que transformamos funcionalidades em soluções reais, reduzimos inseguranças e construímos confiança.</p>
<figure class="jr-fig a-centro" style="--fw:75%"><img style="width:100%;display:block" src="/media/3f7c095121e1de18c68f.webp" alt=""></figure>
<p>Voltamos de BH com a plataforma em produção, muitos aprendizados e a certeza de que proximidade também faz parte do produto.</p>
<p>Até a próxima!</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Assim como a profissão de programador como você enxerga profissões criativas como Design, Edição de Vídeo e Copywriting?</title><link>https://joaopedroresende.com/a/assim-como-a-profissao-de-programador-como-voce-enxerga-profissoes-cri-mtaqn6hu</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/assim-como-a-profissao-de-programador-como-voce-enxerga-profissoes-cri-mtaqn6hu</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 00:55:35 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<p></p><p><em>Conteúdo para inscritos — leia no site.</em></p>]]></content:encoded></item>
<item><title>O Fim dos Programadores (e o que muda a partir daqui)</title><link>https://joaopedroresende.com/a/o-fim-dos-programadores</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/o-fim-dos-programadores</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 20:33:58 GMT</pubDate><description>Os frontier labs e até mesmo os fabricantes de chips decretaram o Fim dos Programadores. Mas aí, isso aqui aconteceu...</description><content:encoded><![CDATA[<p>Antes de ser fundador e CEO, eu sou um Cientista de Computação e tenho um amor enorme pela profissão. Não só devo muito à ela, mas foi o espaço de trabalho onde pude conhecer algumas das pessoas mais inteligentes que passaram e/ou ainda fazem parte da minha vida e dos meus projetos.</p>
<p>Quando os CEOs dos laboratórios de fronteira praticamente decretaram o fim da profissão alguns anos atrás, eu precisei parar para pensar a respeito e chegar às minhas próprias conclusões. Normal, eu sou mineiro, naturalmente desconfiado, e claro, nutro grande afeto pela minha profissão e eu precisava ter certeza de o quanto disso era marketing e o quanto de verdade havia nesse discurso.</p>
<p>O resultado é que ainda em 2023 eu acabei me tornando um dos poucos tecnologistas defendendo que a profissão, ainda que mudasse, seria uma área com demanda por muitos e muitos anos, enquanto muitos dos meus colegas abraçaram o discurso de que ninguém mais precisaria de engenheiros de software.</p>
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<h2>Mas o que de fato aconteceu, então?</h2>
<p>Aconteceu que a IA generativa se tornou uma ferramenta <strong>extraordinária</strong> de geração de código, muito melhor que as anteriores. Sim, sempre existiu um mundo de ferramentas de geração de código, mesmo na era pré-IA.</p>
<p>Quem é o programador GenX ou Millenial mais antigo que nunca usou um softwarezinho da Borland pra gerar código? Programou com drag and drop de componentes? Não precisa ir muito longe, qualquer IDE de programação possuía geradores de código para inúmeras partes da construção, há muitos anos. A diferença é que os LLMs levaram a geração de código para patamares muito longe do que tínhamos à disposição até aqui.</p>
<p>Quando as pessoas começaram a ver código rodando sendo criado por leigos, o discurso do fim dos engenheiros de software foi anabolizado. Eu vi o nível de tensão subir entre os devs mais próximos. A quantidade de caixinhas de perguntas que colegas programadores me enviavam sobre o tema, explodiu. Toda vez que abria uma caixinha, as perguntas estavam lá.</p>
<p>E enquanto os devs receavam pelo fim de suas carreiras, OpenAI e Anthropic mantinham centenas de vagas abertas para contratar mais... devs.</p>
<p>A minha conclusão óbvia, que sustentou a minha defesa da engenharia de software como profissão nos últimos anos foi a seguinte: se agora alguém que consegue pensar e entender software (Engenheiro de Software) consegue produzir um impacto MUITO maior com MUITO menos esforço, então haverá mais software no mundo. Se somado a isso, até mesmo leigos conseguirão colocar software no ar, então haverá AINDA MAIS software do que podemos imaginar. E quanto mais software existir, mais oportunidade existirá para quem entende de software.</p>
<p>Por mais que a forma de produzir software mude, entender de software em um mundo ENTUPIDO de software, continua me parecendo um vantagem. Um potencial verdadeiro de gerar bastante valor.</p>
<p>E parece que as coisas estão se desdobrando mesmo por esse caminho.</p>
<h2>O &quot;boom&quot; das vagas de Engenharia de Software</h2>
<figure class="jr-fig a-centro"><img style="width:100%;display:block" src="/media/f0a00a1ea936d9cb63c8.webp" alt="Gráfico mostra a quantidade de vagas de desenvolvimento de software crescendo. Os frontier labs seguem contratando devs."><figcaption class="jr-figcap">Gráfico mostra a quantidade de vagas de desenvolvimento de software crescendo. Os frontier labs seguem contratando devs.</figcaption></figure>
<p>As vagas de emprego em desenvolvimento de software explodiram. Mesmo as empresas que estão construindo as melhores IA's geradoras de codigo, seguem contratando engenheiros de software.</p>
<p>Mas talvez você esteja se perguntando, por que então tantas empresas que reduziram seus quadros nos últimos anos, incluíram nesse enxugamento também os engenheiros? Bom, existem inúmeros motivos para uma empresa reduzir seu quadro: foco, estímulos do mercado, necessidade de capital e, também, aumentar a eficiência. Se a produtividade aumenta demais, o ritmo de criação de novos projetos/demandas dentro da empresa precisa acompanhar isso, caso contrário esse fenômeno irá criar ineficiência. No entanto, o fato de não haver tanta demanda extra dentro de uma empresa para acomodar tamanho ganho de produtividade, não significa que esta demanda não exista em outras empresas... inclusive de forma reprimida.</p>
<p>É por isso que logo no início deste boom eu passei a acreditar também em um boom de empreendedorismo. O boom de uma quantidade absurda de novas empresas sendo criadas. Eu realmente acredito que existe uma demanda reprimida de software <strong>gigantesca</strong>.</p>
<p>Há uma quantidade enorme de coisas que poderiam ser feitas ou melhoradas com software que antes não faziam sentido, simplesmente porque era caro e lento construir software. Agora que é &quot;barato e rápido&quot;, todo esse tsunami de demanda reprimida vai precisar de oferta de profissionais para ser atendido.</p>
<p>Antes, criar um software para atender uma necessidade interna ou externa (de cliente) levava tanto tempo, e tanto dinheiro, que isso inviabilizava uma enorme quantidade de pequenas e médias empresas de construírem estes softwares. Isso mudou.</p>
<p>O impacto desta mudança se dá na forma de <strong>desconcentração de engenheiros das grandes empresas e a distribuição de engenheiros por uma quantidade muito maior de empresas</strong>, de portes e ambições muito diferentes.</p>
<p>Em outras palavras: agora que o impacto de um dev é muito maior, muito mais empresas conseguirão justificar a contratação de um. Mesmo se o produto final da empresa não for software em si.</p>
<h2>A primeira &quot;nova&quot; profissão em Engenharia de Software</h2>
<p>Nem sei se daria pra usar o termo &quot;nova&quot; profissão aqui, pois a Palantir começou a aplicar esse modelo ainda nos anos 2000. Porém, definitivamente será uma função crescente e uma opção de carreira cada vez mais comum para o engenheiro de software. Estou me referindo ao FDE: forward deployed engineer.</p>
<p>O FDE basicamente é um mix de consultor e dev, capaz de atuar dentro do cliente implementando soluções específicas para ele. À medida que os softwares passam a ser muito mais customizáveis e as empresas de prestação de serviço passam a fazê-lo com muito mais uso de software, a demanda por FDE's tende a escalar rapidamente e puxar o número de vagas ainda mais para cima.</p>
<h2>O que são as implicações para um &quot;dev tradicional&quot;</h2>
<p>Eu acredito que os diferenciais principais aqui estarão na capacidade de julgamento dos devs (quando usar qual ferramenta/modelo, quando é o momento de limpar o código, como gerenciar o &quot;dark code&quot; sendo produzido por AI, o quanto de risco você quer colocar em possível trade off de velocidade/qualidade/requisito do cliente, etc), na experiência dentro da área de atuação da empresa (ex: payments, banking, cyber, travel, media,... em cada segmento o dev acumula conhecimento de valor específico daquela área) e nas soft skills, que é uma frente que muitos devs ignoram. Sobretudo no modelo de FDE, onde os devs estão mais diretamente ligados à stakeholders importantes do lado do cliente, as soft skills ganham um peso maior.</p>
<p>De toda forma, sigo acreditando que estamos diante de uma enorme mudança no modo de trabalho dos profissionais de engenharia de software, mas muito distante do fim dessa carreira. A demanda por software que está surgindo (seja software comercial, seja software para uso próprio) é algo incomparável ao que vimos até aqui.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Pare de usar IA para executar. Use para decidir.</title><link>https://journal.artifactory.com.br/arlindo-saulo/a/pare-de-usar-ia-para-executar-use-para-decidir</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/arlindo-saulo/a/pare-de-usar-ia-para-executar-use-para-decidir</guid><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:00:00 GMT</pubDate><description>Quase todo mundo usa IA para produzir mais rápido. Pouca gente usa para decidir melhor. É exatamente aí que está a vantagem que ninguém está pegando.</description><content:encoded><![CDATA[<h3 class="jr-h3">Você provavelmente já usa IA todo dia.</h3>
<p>Para escrever, resumir, responder, criar.</p>
<p>Tudo isso é execução. E execução ficou barata.</p>
<p>O problema é simples: fazer mais rápido a coisa errada só te leva mais rápido ao lugar errado.</p>
<p>A pergunta que separa quem cresce de quem só se ocupa: você usa IA para produzir, ou para pensar?</p>
<h2>Executar com IA e decidir com IA são coisas diferentes</h2>
<p>Executar é pedir para ela fazer a tarefa.</p>
<p>Decidir é usá-la para enxergar melhor antes de agir.</p>
<p>Qual é o problema real por trás desse resultado ruim?</p>
<p>Quais são as três alternativas que eu não considerei?</p>
<p>O que precisaria ser verdade para a opção A ser a melhor escolha?</p>
<p>Onde meu raciocínio está frágil?</p>
<p>A mesma ferramenta. Um uso te deixa ocupado. O outro te deixa no controle.</p>
<h2>Um jeito prático de começar hoje</h2>
<p>Na sua próxima decisão importante, antes de executar qualquer coisa, rode quatro passos com a IA:</p>
<ol class="jr-olist"><li><p>Nomeie o problema. Descreva a situação e peça para ela reformular o problema de três formas diferentes. Muita gente passa meses resolvendo o problema errado.</p></li></ol>
<ol class="jr-olist"><li><p>Gere alternativas. Peça cinco caminhos possíveis, incluindo um que você provavelmente rejeitaria de cara. O óbvio raramente é o melhor.</p></li></ol>
<ol class="jr-olist"><li><p>Estresse a decisão. Peça os riscos de cada opção e o que teria que ser verdade para cada uma dar certo.</p></li></ol>
<ol class="jr-olist"><li><p>Decida você. A IA organiza o pensamento. A escolha, o dinheiro e o risco continuam seus.</p></li></ol>
<p>Não é sobre delegar o julgamento. É sobre chegar na decisão com mais clareza e menos achismo.</p>
<h2>O ponto que importa</h2>
<p>IA não é para você fazer mais.</p>
<p>É para você pensar com mais clareza e decidir com mais confiança.</p>
<p>Quem só acelera a execução vira um operário mais rápido.</p>
<p>Quem usa IA para decidir vira dono da direção.</p>
<p>A ferramenta é a mesma. A diferença está na pergunta que você faz.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Quando todo mundo produz igual, ponto de vista vira o produto</title><link>https://journal.artifactory.com.br/arlindo-saulo/a/quando-todo-mundo-produz-igual-ponto-de-vista-vira-o-produto</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/arlindo-saulo/a/quando-todo-mundo-produz-igual-ponto-de-vista-vira-o-produto</guid><pubDate>Sun, 23 Aug 2026 19:50:03 GMT</pubDate><description>Metade do que se publica na internet já é feito por IA. Quando produzir fica trivial, o que te separa não é o volume. É o julgamento.</description><content:encoded><![CDATA[<h3 class="jr-h3">Todo mundo agora produz na mesma velocidade.</h3>
<h3 class="jr-h3">E, cada vez mais, produz a mesma coisa.</h3>
<p>Em maio de 2025, 52% dos novos artigos da web já eram feitos principalmente por IA, segundo a Graphite (via Axios). Um estudo da Ahrefs com quase 900 mil páginas achou rastro de IA em 74% do conteúdo novo.</p>
<p>Traduzindo: o feed encheu. E encheu de coisa parecida.</p>
<p>Quando produzir vira commodity, o volume para de te diferenciar.</p>
<p>Mais um post, mais um carrossel, mais um e-mail. Todo mundo tem. Ninguém lembra.</p>
<p>O que fica escasso é justamente o oposto da máquina: ponto de vista.</p>
<h2>A IA é excelente em média</h2>
<p>Ela foi treinada para prever a palavra mais provável. Por definição, entrega o mais esperado.</p>
<p>Seu diferencial mora onde ela é fraca: no inesperado com critério.</p>
<p>Uma opinião que você assina.</p>
<p>Uma escolha que você defende.</p>
<p>Um recorte que só quem vive aquilo enxerga.</p>
<p>Isso não sai de um prompt. Se constrói com julgamento.</p>
<h2>O que muda na prática</h2>
<p>Pare de competir por quantidade. Você perde para quem aperta um botão.</p>
<p>Compita por clareza, por ângulo, por experiência real.</p>
<p>Use a IA no trabalho pesado: rascunho, pesquisa, estrutura, variações.</p>
<p>Guarde para você a parte que ninguém terceiriza: o que dizer, para quem, e por quê.</p>
<p>Quem só executa vira intercambiável.</p>
<p>Quem decide o ângulo vira insubstituível.</p>
<h2>O teste antes de publicar</h2>
<p>Antes de mandar qualquer coisa pro mundo, pergunte:</p>
<p>Isso soa como algo que só eu poderia ter dito?</p>
<p>Se a resposta for não, a IA já fez igual. Mil vezes. Hoje.</p>
<p>Se for sim, você tem a única coisa que o conteúdo infinito não consegue copiar: você.</p>
<h3 class="jr-h3">Produza menos no automático.</h3>
<h3 class="jr-h3">Decida mais o que merece existir.</h3>
<h3 class="jr-h3">Assine o que for seu.</h3>]]></content:encoded></item>
<item><title>Vamos para mais um Go-Live 🚀</title><link>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/vamos-para-mais-um-go-live</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/vamos-para-mais-um-go-live</guid><pubDate>Sun, 23 Aug 2026 17:17:12 GMT</pubDate><description>Porque um go-live não representa apenas o início do uso de uma ferramenta. É o começo de uma parceria que precisa funcionar na prática.</description><content:encoded><![CDATA[<p>Eu e o Marcelo, meu sócio, estamos a caminho de Belo Horizonte para acompanhar de perto o go-live de um novo cliente.</p>
<p>No mercado enterprise, colocar um sistema em produção vai muito além de disponibilizar um software. É nesse momento que a tecnologia encontra a operação real: os processos, as pessoas, as particularidades e os desafios que nenhum levantamento consegue antecipar por completo</p>
<p>Estar ao lado do cliente permite observar como a solução se comporta no dia a dia, ouvir quem realmente vai utilizá-la e agir rapidamente diante dos ajustes naturais de uma implantação.</p>
<p>Software é parte da entrega. Presença, proximidade e comprometimento completam o trabalho.</p>
<p>Porque um go-live não representa apenas o início do uso de uma ferramenta. É o começo de uma parceria que precisa funcionar na prática.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Saber o que deve ser feito será cada vez mais valioso</title><link>https://journal.artifactory.com.br/arlindo-saulo/a/saber-o-que-deve-ser-feito-sera-cada-vez-mais-valioso</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/arlindo-saulo/a/saber-o-que-deve-ser-feito-sera-cada-vez-mais-valioso</guid><pubDate>Sat, 22 Aug 2026 20:30:50 GMT</pubDate><description>A IA está tornando a execução abundante e barata. O que fica raro, e caro, é saber o que deve ser feito.</description><content:encoded><![CDATA[<h3 class="jr-h3">Saber executar ficou barato.</h3>
<h3 class="jr-h3">Saber o que deve ser feito ficou raro.</h3>
<p>A inteligência artificial está tornando a execução abundante.</p>
<p>Pesquisar, escrever, analisar, criar, organizar e automatizar viram tarefas cada vez mais rápidas e baratas.</p>
<p>Quando executar deixa de ser o gargalo, o valor do profissional muda de lugar.</p>
<p>Ele para de estar em fazer bem.</p>
<p>Passa a estar em decidir bem.</p>
<h2>E os números já mostram isso</h2>
<p>O MIT acompanhou 300 implantações de IA em empresas no relatório State of AI in Business 2025.</p>
<p>O resultado é desconfortável: 95% dos projetos não geram impacto real no resultado. Só 5% chegam lá.</p>
<figure class="jr-fig a-centro"><img style="width:100%;display:block" src="/media/e8433a3a5b898f61652f.webp" alt="Da adoção ao impacto: só 5% das empresas chegam a resultado real com IA."><figcaption class="jr-figcap">Da adoção ao impacto: só 5% das empresas chegam a resultado real com IA.</figcaption></figure>
<p>Repare no funil. Sessenta por cento avaliam a solução. Vinte por cento chegam a rodar um piloto. Apenas cinco por cento chegam a impacto real no negócio.</p>
<p>E o motivo não é o de sempre.</p>
<p>Não é falta de tecnologia.</p>
<p>Não é regulação.</p>
<p>Não é talento.</p>
<p>Segundo o próprio MIT, a barreira central é aprendizado: a dificuldade de decidir onde a IA entra, integrar ao fluxo certo e sustentar isso no tempo.</p>
<p>Ou seja, o gargalo não é mais executar.</p>
<p>É direção.</p>
<p>Ferramenta boa, todo mundo tem.</p>
<p>O que separa os 5% é saber o que deve ser feito.</p>
<h2>O trabalho do estrategista</h2>
<p>Escolher o problema certo.</p>
<p>Identificar o que realmente importa.</p>
<p>Definir prioridades.</p>
<p>Avaliar alternativas.</p>
<p>Entender riscos.</p>
<p>Saber onde colocar tempo, dinheiro e atenção.</p>
<p>A IA pesquisa, analisa, simula cenários e executa.</p>
<p>Mas alguém ainda precisa decidir o que deve ser feito.</p>
<p>Execução sem direção só te leva mais rápido ao lugar errado.</p>
<h2>A decisão de hoje</h2>
<p>Um roteiro rápido para decidir melhor antes de pôr a máquina para rodar.</p>
<p>Qual é a decisão mais importante que preciso tomar agora?</p>
<p>O que eu quero alcançar?</p>
<p>Qual é o problema real?</p>
<p>Quais são as 3 variáveis que mais importam?</p>
<p>Minhas alternativas:</p>
<p>A: ___________________________________________</p>
<p>B: ___________________________________________</p>
<p>C: ___________________________________________</p>
<p>O que ganho se estiver certo?</p>
<p>O que perco se estiver errado?</p>
<p>Que informação poderia mudar minha decisão?</p>
<p>Como a IA pode me ajudar a decidir melhor, não só a executar mais rápido?</p>
<h2>Minha decisão</h2>
<p>Eu decidi:</p>
<p>Porque:</p>
<h2>Próximo movimento</h2>
<p>O que precisa acontecer agora?</p>
<p>Quem, ou o quê, executa isso?</p>
<h2>No fim do dia</h2>
<p>Pergunte uma coisa só:</p>
<p>Hoje eu passei o dia executando ou tomei decisões que mudam o resultado?</p>
<h3 class="jr-h3">Pense melhor.</h3>
<h3 class="jr-h3">Decida melhor.</h3>
<h3 class="jr-h3">Execute em escala.</h3>]]></content:encoded></item>
<item><title>O poder do processamento assíncrono</title><link>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/o-poder-do-processamento-assincrono</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/o-poder-do-processamento-assincrono</guid><pubDate>Sat, 22 Aug 2026 11:09:29 GMT</pubDate><description>Às vezes, a próxima grande melhoria do seu sistema não está em processar mais rápido, mas sim em simplesmente em entender o que você precisa processar agora e o que pode ficar pra depois.</description><content:encoded><![CDATA[<p>Durante muito tempo, eu acreditei que eficiência era fazer tudo na hora.</p>
<p><strong>Recebe. Processa. Entrega.</strong></p>
<p>Simples assim.</p>
<p>Mas, quando conectamos o <strong>ATweb ao WhatsApp</strong>, anos atrás — antes mesmo de existir a API oficial —, essa lógica começou a mostrar suas limitações.</p>
<p>As mensagens chegavam diretamente na nossa aplicação. Se ela estivesse fora do ar naquele momento, podíamos perder mensagens. Se o volume aumentasse demais, o processamento pesava e o sistema inteiro sentia.</p>
<p>E, claro, <strong>o cliente percebia.</strong></p>
<p>A virada de chave aconteceu quando participei de um evento da AWS e conheci melhor o conceito de <strong>filas de mensageria e processamento assíncrono</strong>.</p>
<p>Foi quando entendi algo que hoje parece óbvio:</p>
<blockquote class="jr-quote"><p><strong>Nem tudo precisa ser processado na hora.</strong></p></blockquote>
<p>Passamos então a direcionar as mensagens para filas no <strong>Amazon SQS</strong>. Em vez de a aplicação precisar receber e processar tudo imediatamente, a mensagem ficava segura na fila e um serviço consumidor cuidava do processamento.</p>
<p>Se houvesse um pico, tudo bem. Se o processamento demorasse um pouco mais, tudo bem. Se algum componente tivesse uma indisponibilidade temporária, a mensagem continuava lá, esperando.</p>
<p>O impacto foi enorme.</p>
<p>A aplicação deixou de carregar todo aquele processamento, ficou mais resiliente e vimos uma <strong>queda brusca nas reclamações de lentidão</strong>.</p>
<p>Depois disso, começamos a levar o mesmo conceito para outras partes do ATweb.</p>
<p>Um encerramento de 100 atendimentos, por exemplo, não precisava mais deixar o usuário olhando para uma tela carregando enquanto o sistema fazia 100 operações. Colocamos o trabalho em uma fila, processamos em segundo plano e deixamos o front-end apenas acompanhar o resultado.</p>
<p>Parece uma mudança técnica.</p>
<p>Mas, para mim, o principal aprendizado não foi sobre SQS, Kafka, RabbitMQ ou qualquer tecnologia específica.</p>
<p>Foi sobre <strong>questionar a arquitetura</strong>.</p>
<p>Às vezes passamos anos tentando deixar um processo mais rápido, quando a pergunta deveria ser outra:</p>
<p><strong>Esse processo precisa acontecer aqui?</strong> <strong>Precisa acontecer agora?</strong> <strong>Precisa mesmo ser síncrono?</strong></p>
<p>Implementar tudo isso em um sistema que já atendia diversos clientes também não foi simples. Foi o famoso <strong>“trocar o pneu com o carro andando”</strong>. Tivemos que evoluir a arquitetura sem simplesmente parar tudo e começar novamente.</p>
<p>Mas valeu a pena.</p>
<p>Tecnologia também é isso: entender que uma solução que funcionou muito bem durante anos pode não ser a melhor solução para o próximo estágio.</p>
<p><strong>Nada é tão bom que não possa ser melhorado.</strong></p>
<p>Às vezes, a próxima grande melhoria do seu sistema não está em processar mais rápido, mas sim em simplesmente em entender o que <strong>você precisa processar agora e o que pode ficar pra depois.</strong></p>
<p>Até a próxima 😉</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Afinal, o que está acontecendo com o PREÇO dos infoprodutos?</title><link>https://joaopedroresende.com/a/o-que-esta-acontecendo-com-os-precos-dos-infoprodutos</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/o-que-esta-acontecendo-com-os-precos-dos-infoprodutos</guid><pubDate>Sat, 22 Aug 2026 11:07:19 GMT</pubDate><description>O modelo de precificação que está definindo quem cresce e quem perde no mercado.</description><content:encoded><![CDATA[<p>O modelo de precificação que está definindo quem cresce e quem perde no mercado.</p><p><em>Conteúdo para inscritos — leia no site.</em></p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Reencontro </title><link>https://journal.artifactory.com.br/giovanacarvalho/a/umreencontro</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/giovanacarvalho/a/umreencontro</guid><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:36:56 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se todo mundo nasce um pouco escritor, mas, com o passar do tempo, é fato que deixamos muitas coisas adormecerem.</p>
<p>Quando soube que o Journal era uma ferramenta aberta ao público, fui logo criando o meu perfil. Contudo, não demorou muito para que os pensamentos introspectivos chegassem: &quot;Mas por que você teria um blog&quot;? &quot;Sobre o que você vai falar?&quot;, &quot;Desde quando você escreve&quot;?</p>
<p>Então, passei a refletir a respeito e me dei conta de que, na verdade, eu sempre escrevi.</p>
<p>Quando pequena, escrevia sobre a minha &quot;vida&quot; em meus muitos diários, que me acompanharam até a adolescência. Quando escolhi minha profissão - advogada - escolhi primeiro o Direito, afinal &quot;sempre gostei muito de escrever&quot;.</p>
<p>Quando iniciei na faculdade, no ano de 2007, aquela jovem de apenas 18 anos carregava consigo uma grande dúvida: será que é isso mesmo que eu quero?</p>
<p>E essa dúvida existia porque aquela jovem amava escrever, mas sobre futebol! Aquela garota sonhava em ser jornalista esportiva e seu início já era - a seu ver - muito promissor: um blog no site do jornal Lance!.</p>
<p>Passei a me lembrar das vezes em que os textos eram tão bons que ficavam na capa do site Lance! ou, ainda, eram publicados nas versões impressas do jornal. Como aquela futura jornalista poderia não dar certo?!</p>
<p>Mas aí, as circunstâncias da época, da vida, do medo que minha mãe sentia com o fato de que certamente eu me mudaria do interior para a capital (de Atibaia para São Paulo), me fizeram ficar.</p>
<p>Fiz o primeiro ano da faculdade de direito. Trabalhava durante o dia e estudava à noite. Nas horas vagas, continuava blogueira.</p>
<p>No segundo ano da faculdade, a dúvida veio ainda mais forte e carregada da possibilidade de transferir o meu curso para jornalismo. Entretanto, ali só existia um caminho a trilhar. Era pegar ou largar, qualquer que fosse o caminho.</p>
<p>Optei por seguir em frente. Me formei em Direito no ano de 2011 e, no ano seguinte, iniciei na advocacia.</p>
<p>Meu blog era outro. Agora, eu escrevia majoritariamente para juízes. Uma leitura muito mais séria, pesada e &quot;chata&quot;, se comparada ao prazer da leitura e da escrita do futebol.</p>
<p>E foi aí, em meio a tantas reflexões e memórias, que eu me dei conta de que sim, eu continuo uma escritora. Mas, concluí também que, ao longo desses quatorze anos de profissão, me deixei levar pela dureza das palavras que utilizamos no Direito, pelas muitas obrigações a serem cumpridas, pelas cobranças, pelos prazos e pelas respostas ainda mais duras vindas do outro lado do computador, seja nas ações vencidas ou não. Afinal, ainda que tenhamos muitos finais felizes, não há flores, fantasias e nem romances no Direito.</p>
<p>Notei, por fim, que essa advogada criou uma grande &quot;casca grossa&quot;, uma verdadeira barreira que a impedia de sentir-se uma escritora novamente. Escritora leve, capaz de reunir sentimentos em palavras, mesmo que elas não falassem sobre Direito. E então, ao final de toda essa reflexão, percebi que sim, certamente deixei adormecer o meu &quot;eu escritora&quot;, juntamente com a leveza e a liberdade da imaginação, da criatividade. Mas hoje estou aqui, de volta: &quot;Eu, Giovana&quot;.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Construir é o novo aprender</title><link>https://journal.artifactory.com.br/brunomachado/a/construir-e-o-novo-aprender</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/brunomachado/a/construir-e-o-novo-aprender</guid><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:47:24 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<p>Durante muito tempo, aprender significava se preparar.</p>
<p>Fazer um curso. Ler um livro. Assistir a dezenas de vídeos. Estudar uma ferramenta até se sentir preparado o suficiente para finalmente começar.</p>
<p>Eu também segui esse caminho muitas vezes.</p>
<p>Mas nos últimos anos comecei a perceber uma mudança interessante: <strong>algumas das coisas que mais aprendi vieram justamente de projetos para os quais eu ainda não me sentia totalmente preparado.</strong></p>
<p>Foi construindo, testando, errando e tentando novamente que o conhecimento realmente começou a fazer sentido.</p>
<h3 class="jr-h3">A IA diminuiu a distância entre ideia e execução</h3>
<p>A Inteligência Artificial está acelerando ainda mais essa mudança.</p>
<p>Hoje, a distância entre ter uma ideia e colocar uma primeira versão dela no mundo ficou muito menor.</p>
<p>Você pode imaginar um produto pela manhã, criar um protótipo à tarde e, em pouco tempo, ter pessoas reais utilizando aquilo.</p>
<p>Isso muda completamente a forma como aprendemos.</p>
<h3 class="jr-h3">Construir virou uma forma de estudar.</h3>
<p>E tenho vivido isso na prática.</p>
<p>Um dos melhores exemplos é o <a href="https://financadebolso.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Finança de Bolso,</a> um projeto que comecei a construir a partir de uma ideia relativamente simples: tornar o controle financeiro pessoal mais fácil e presente no dia a dia.</p>
<p>Em vez de exigir que a pessoa abra uma planilha ou aplicativo toda vez que gastar alguma coisa, por que não permitir que ela simplesmente registre suas movimentações através do WhatsApp?</p>
<p>Uma mensagem como:</p>
<p><strong>“Gastei R$ 100 no mercado.”</strong></p>
<p>E pronto.</p>
<p>Por trás de algo aparentemente simples, comecei a entrar cada vez mais em assuntos que iam muito além da minha área original de atuação.</p>
<p>Automação. Inteligência Artificial. Banco de dados. Experiência do usuário. Produto. SaaS. Onboarding. Retenção.</p>
<p>E, principalmente, comportamento.</p>
<p>Porque quando usuários reais começam a utilizar aquilo que você construiu, aparecem perguntas que nenhum curso conseguiria antecipar.</p>
<p>Por que algumas pessoas utilizam o produto todos os dias e outras abandonam depois de uma semana?</p>
<p>Qual funcionalidade realmente importa?</p>
<p>O que parece óbvio para quem construiu, mas não é óbvio para quem está usando?</p>
<p>O que deveria ser automatizado?</p>
<p>O que precisa ser simplificado?</p>
<p>É nesse momento que o projeto começa a ensinar você.</p>
<h3 class="jr-h3">Growth também é sobre isso</h3>
<p>Essa experiência mudou também a maneira como enxergo Growth.</p>
<p>Por muito tempo, é fácil associar crescimento digital quase exclusivamente à aquisição.</p>
<p>Mais tráfego.</p>
<p>Mais campanhas.</p>
<p>Mais leads.</p>
<p>Mais vendas.</p>
<p>Tudo isso continua importante.</p>
<p>Mas colocar um produto no mercado faz você perceber rapidamente que <strong>aquisição é apenas uma parte da equação.</strong></p>
<p>Não adianta trazer mais usuários se eles não entendem o produto.</p>
<p>Não adianta aumentar o investimento em mídia se o onboarding tem problemas.</p>
<p>Não adianta gerar centenas de cadastros se poucas pessoas encontram valor suficiente para continuar utilizando a solução.</p>
<p>Growth começa a ficar muito mais interessante quando você olha para o sistema inteiro.</p>
<p><em>Aquisição → Ativação → Retenção → Receita → Recomendação.</em></p>
<p>E cada etapa gera uma nova hipótese.</p>
<h3 class="jr-h3">O ciclo mudou</h3>
<p>Hoje, gosto cada vez mais de pensar no aprendizado dessa maneira:</p>
<p><em>Ideia → Construção → Usuário → Dados → Aprendizado → Nova versão.</em></p>
<p>Você constrói.</p>
<p>Coloca nas mãos de alguém.</p>
<p>Observa.</p>
<p>Mede.</p>
<p>Descobre que algumas das suas certezas estavam erradas.</p>
<p>Melhora.</p>
<p>E começa novamente.</p>
<p>Talvez seja justamente por isso que ferramentas de IA, automação e desenvolvimento estejam mudando tanto o empreendedorismo digital.</p>
<p>Elas não eliminam a necessidade de aprender.</p>
<p><strong>Elas permitem aprender fazendo.</strong></p>
<p>Você não precisa necessariamente passar meses estudando uma tecnologia antes de descobrir se sua ideia faz sentido.</p>
<p>Pode construir uma primeira versão, testar uma hipótese e deixar a realidade mostrar o próximo problema que precisa aprender a resolver.</p>
<h3 class="jr-h3">Construir é o novo aprender</h3>
<p>Isso não significa abandonar livros, cursos ou conhecimento técnico.</p>
<p>Muito pelo contrário.</p>
<p>Significa mudar a ordem das coisas.</p>
<p>Em vez de:</p>
<p><em>Aprender tudo → sentir-se preparado → começar.</em></p>
<p>Tenho preferido:</p>
<p><em>Aprender → construir → errar → estudar → melhorar → construir novamente.</em></p>
<p>Quanto mais construo, mais percebo o quanto ainda preciso aprender.</p>
<p>E talvez essa seja justamente a parte mais interessante.</p>
<p>Porque, em um momento em que praticamente qualquer informação está a poucos segundos de distância, saber alguma coisa deixou de ser uma vantagem tão grande quanto antes.</p>
<p>A capacidade de <strong>transformar conhecimento em algo real</strong> passa a ter cada vez mais valor.</p>
<p>Um produto.</p>
<p>Uma automação.</p>
<p>Uma campanha.</p>
<p>Um negócio.</p>
<p>Um experimento.</p>
<p>Ou simplesmente uma ideia colocada à prova.</p>
<p>É também com esse espírito que nasce este blog.</p>
<p>Quero usar este espaço para compartilhar ideias, experimentos, ferramentas, erros e aprendizados sobre <strong>Growth, Performance, tecnologia, Inteligência Artificial e negócios digitais</strong>.</p>
<p>Não necessariamente a partir de quem já encontrou todas as respostas.</p>
<p>Mas de quem continua construindo para encontrá-las.</p>
<p><strong>Construir é o novo aprender.</strong></p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Nota · 21 ago</title><link>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/n/80-as-pessoas-nao-seguem-quem-manda-seguem-quem-acreditam-que-v</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/n/80-as-pessoas-nao-seguem-quem-manda-seguem-quem-acreditam-que-v</guid><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:40:27 GMT</pubDate><description>As pessoas não seguem quem manda. Seguem quem acreditam que vai melhorar suas vidas.</description><content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas não seguem quem manda. Seguem quem acreditam que vai melhorar suas vidas.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>O custo de não modernizar</title><link>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/o-custo-de-nao-modernizar</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/o-custo-de-nao-modernizar</guid><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:17:49 GMT</pubDate><description>Não modernizar tem um custo. E ele costuma ser muito menos visível.</description><content:encoded><![CDATA[<p>Por muito tempo, manter um sistema legado parece a decisão mais segura.</p>
<p>Ele funciona. Os clientes usam. A operação conhece. E modernizar custa dinheiro, tempo e, principalmente, traz risco.</p>
<p>O problema é que <strong>não modernizar também tem um custo</strong>. E ele costuma ser muito menos visível.</p>
<p>Um sistema que envelhece começa a cobrar sua conta aos poucos: páginas mais lentas, infraestrutura mais cara, limitações técnicas, dificuldade para evoluir e pequenas fricções que passam a fazer parte da rotina.</p>
<p>Para quem desenvolve o produto, isso vira dívida técnica. <strong>Para o cliente, vira experiência ruim</strong>.</p>
<p>E o cliente não precisa saber que existe um framework antigo, uma arquitetura ultrapassada ou dez anos de código acumulado. Ele só percebe que determinada tela demora, que algo poderia ser mais simples ou que outros produtos parecem mais modernos.</p>
<p>É aí que um problema de tecnologia começa a se transformar em um problema de negócio. A experiência piora. O NPS sente. Surgem detratores. A percepção de inovação da empresa diminui.</p>
<p>Recentemente passamos por esse processo na <a href="https://www.atweb.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ATweb</a>.</p>
<p>Depois de aproximadamente dez anos de evolução sobre a mesma base tecnológica, decidimos modernizar nossa plataforma. Não porque o sistema havia deixado de funcionar, mas porque entendemos que <strong>continuar funcionando não era mais um critério suficiente</strong>.</p>
<p>Ainda estamos no processo, mas <strong>os primeiros resultados já começaram a aparecer</strong>: melhor performance, redução de custos de infraestrutura, uma base tecnológica preparada para os próximos anos e, talvez o indicador mais importante, clientes percebendo a diferença.</p>
<p>Modernizar tem custo.</p>
<p>Exige investimento, planejamento e disposição para mexer em algo que ainda funciona. Mas existe uma pergunta que toda empresa de tecnologia deveria fazer de tempos em tempos:</p>
<p><strong>Quanto está nos custando não mudar?</strong></p>
<p>Até a próxima 😊</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Tudo que puder ser software, será. </title><link>https://joaopedroresende.com/a/tudo-que-puder-ser-software-sera</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/tudo-que-puder-ser-software-sera</guid><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:25:44 GMT</pubDate><description>E isso implica em um impacto brutal no mercado de Infoprodutos. Vamos conversar à respeito.</description><content:encoded><![CDATA[<p>E isso implica em um impacto brutal no mercado de Infoprodutos. Vamos conversar à respeito.</p><p><em>Conteúdo para inscritos — leia no site.</em></p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Bem-vindo ao Em Produção</title><link>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/bem-vindo-ao-em-producao</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/em-producao/a/bem-vindo-ao-em-producao</guid><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:46:08 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma grande diferença entre criar um produto, colocá-lo no mercado e mantê-lo funcionando.</p>
<p>Depois que um produto entra em produção, chegam os clientes, as integrações, as regras específicas, os problemas de desempenho e as decisões que pareciam pequenas, mas passam a acompanhar te acompanhar por anos.</p>
<p>É sobre esse universo que quero falar aqui.</p>
<p>Sou Vinicius Hernandes e atuo há mais de dez anos na construção e evolução da ATweb, empresa na qual sou CTO e co-fundador ( <a href="https://www.atweb.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.atweb.com.br</a> ). Nesse período, tomei decisões de produto, mudanças de arquitetura, incidentes, customizações e tentativas de modernizar o sistema sem comprometer tudo o que já funcionava.</p>
<p>Aprendi que, em um produto real, quase nunca existe uma decisão puramente técnica. Uma mudança no código pode afetar clientes, equipe, custos e operação.</p>
<p>No <strong>Em Produção</strong>, compartilharei os bastidores de quem constrói, mantém e moderniza produtos de tecnologia. Falaremos sobre desenvolvimento, inteligência artificial, produto, liderança e claro, negócios — sempre ligados à prática.</p>
<p>Você encontrará assuntos como:</p>
<ul class="jr-list"><li><i class="jr-sq"></i><p>Modernização de sistemas antigos.</p></li><li><i class="jr-sq"></i><p>Decisões entre tecnologia, prazo e custo.</p></li><li><i class="jr-sq"></i><p>Uso real de inteligência artificial.</p></li><li><i class="jr-sq"></i><p>Priorização e Trade-offs.</p></li><li><i class="jr-sq"></i><p>Customizações e necessidades dos clientes.</p></li><li><i class="jr-sq"></i><p>Erros, acertos e aprendizados de um SaaS.</p></li></ul>
<p>Não pretendo apresentar fórmulas prontas. Quero mostrar o contexto por trás das decisões: o problema, as opções consideradas, o caminho escolhido e o que aprendemos depois.</p>
<p>O nome <strong>Em Produção</strong> representa justamente isso. Na tecnologia, significa que algo deixou o ambiente controlado e passou a enfrentar o mundo real. Mas também lembra que produtos, empresas e profissionais nunca estão completamente prontos.</p>
<p>Estamos sempre aprendendo, corrigindo e construindo a próxima versão.</p>
<p>Seja bem-vindo ao <strong>Em Produção</strong>.</p>
<p>Vinicius Hernandes</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Mutações nos genes BRCA estão relacionadas ao câncer de ovário?</title><link>https://journal.artifactory.com.br/dengyuemed/a/mutacoes-nos-genes-brca-estao-relacionadas-ao-cancer-de-ovario</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/dengyuemed/a/mutacoes-nos-genes-brca-estao-relacionadas-ao-cancer-de-ovario</guid><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:43:11 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<h1 class="jr-cap">Entenda o risco hereditário, os testes genéticos e a importância para o tratamento</h1>
<p>O desenvolvimento do câncer de ovário está relacionado a diversos fatores — idade, histórico reprodutivo, histórico familiar e fatores genéticos. Entre eles, as variantes patogênicas nos genes <strong>BRCA1</strong> e <strong>BRCA2</strong> estão entre os fatores genéticos mais claramente associados ao aumento do risco da doença.</p>
<p>Mas o que significa, na prática, ter uma &quot;mutação no gene BRCA&quot;? Significa que a pessoa necessariamente desenvolverá câncer de ovário? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que parece.</p>
<p>BRCA1 e BRCA2 não estão relacionados apenas à predisposição hereditária ao câncer de ovário. Eles também influenciam a capacidade de reparo do DNA das células tumorais, a avaliação prognóstica e a seleção de tratamentos-alvo, como os inibidores de PARP. Com a ampliação dos testes genéticos germinativos, dos testes de alterações somáticas no tumor e dos testes de deficiência de recombinação homóloga (HRD), a avaliação de risco e as estratégias de tratamento vêm evoluindo continuamente.</p>
<p>---</p>
<h2>O que são os genes BRCA1 e BRCA2?</h2>
<p>BRCA1 e BRCA2 são genes supressores de tumores presentes normalmente no organismo, que participam do reparo de danos no DNA — em especial do processo de <strong>reparo por recombinação homóloga</strong> (homologous recombination repair, HRR).</p>
<p>Em condições normais, quando ocorre dano ao DNA celular, esses genes atuam para manter a estabilidade do genoma. Quando BRCA1 ou BRCA2 apresenta uma variante patogênica, essa capacidade de reparo diminui, e o acúmulo prolongado de danos genéticos pode aumentar a probabilidade de desenvolvimento de tumores malignos. O <em>National Cancer Institute</em> (NCI) destaca que variantes hereditárias prejudiciais em BRCA1 ou BRCA2 estão associadas a um aumento significativo do risco de câncer de mama e de ovário.</p>
<p>Vale notar: nem toda alteração encontrada nesses genes é uma variante patogênica. Testes clínicos podem identificar uma &quot;variante de significado incerto&quot; (VUS), que <strong>não</strong> deve, isoladamente, embasar cirurgias preventivas ou outras decisões terapêuticas importantes — como reforça a <em>American Society of Clinical Oncology</em> (ASCO).</p>
<p>---</p>
<h2>As mutações em BRCA aumentam o risco de câncer de ovário?</h2>
<p>Sim. E de forma expressiva.</p>
<p>Segundo o NCI, mulheres com variantes prejudiciais em <strong>BRCA1</strong> apresentam risco de desenvolver câncer de ovário ao longo da vida de aproximadamente <strong>39% a 58%</strong>. Para variantes em <strong>BRCA2</strong>, esse risco é de cerca de <strong>13% a 29%</strong> — significativamente maior do que o observado na população feminina em geral. (As estimativas variam entre estudos, conforme a população avaliada, o tempo de acompanhamento e a metodologia estatística.)</p>
<p>Olhando especificamente até os 70 anos, o risco cumulativo é de aproximadamente 39% para portadoras de BRCA1 e de 11% a 17% para portadoras de BRCA2.</p>
<p>Isso não significa uma sentença: <strong>mutações em BRCA1/2 não são uma &quot;causa inevitável&quot;</strong> do câncer de ovário, mas fatores que aumentam significativamente a probabilidade da doença. Da mesma forma, a ausência de mutação não elimina totalmente o risco.</p>
<p>---</p>
<h2>BRCA1 ou BRCA2: qual está mais associado ao câncer de ovário?</h2>
<p>Ambos aumentam o risco, mas os estudos indicam, de modo geral, que o risco associado ao <strong>BRCA1</strong> tende a ser maior do que o associado ao <strong>BRCA2</strong> (≈39% vs. ≈11%–17% ao longo da vida, segundo o NCI).</p>
<p>Essa diferença também pode influenciar o aconselhamento genético: o momento ideal de estratégias de redução de risco pode variar entre portadoras de BRCA1 e BRCA2, e costuma ser definido considerando idade, planos reprodutivos e histórico pessoal e familiar.</p>
<p>---</p>
<h2>Por que as mutações em BRCA aumentam o risco?</h2>
<p>A resposta está na <strong>deficiência de reparo do DNA</strong>.</p>
<p>BRCA1 e BRCA2 participam do reparo por recombinação homóloga. Quando apresentam variantes patogênicas, a capacidade das células de reparar quebras de dupla fita do DNA diminui, tornando o genoma mais instável. Com o acúmulo desses danos, algumas células podem adquirir características anormais de proliferação e sobrevivência, eventualmente formando um tumor.</p>
<p>É por isso que o status dos genes BRCA não serve apenas para avaliar risco — ele também pode influenciar a sensibilidade de um câncer de ovário já estabelecido a determinados medicamentos.</p>
<p>---</p>
<h2>Por que testar BRCA após o diagnóstico de câncer de ovário?</h2>
<p>O teste de BRCA1/2 deixou de servir apenas para avaliar risco hereditário familiar. Hoje, cumpre dois papéis centrais:</p>
<ol class="jr-olist"><li><p><strong>Avaliação do risco hereditário.</strong> Uma variante patogênica germinativa em BRCA1/2 pode indicar a presença da síndrome hereditária de câncer de mama e ovário (HBOC) — o que abre espaço para aconselhamento genético e testes em cascata para familiares.</p></li><li><p><strong>Apoio à decisão de tratamento.</strong> Como BRCA1/2 participam do reparo do DNA, uma alteração no tumor pode comprometer essa capacidade de reparo — característica que serve de base para determinados tratamentos-alvo. Por isso, o status de BRCA já é considerado um biomarcador importante em decisões de tratamento de precisão para o câncer de ovário.</p></li></ol>
<p>---</p>
<h2>Como é feito o teste genético para BRCA?</h2>
<p>O teste geralmente é realizado com sangue ou outra amostra biológica apropriada, e o método varia conforme o objetivo seja avaliar variantes germinativas ou alterações somáticas no tumor.</p>
<p>Para pessoas já diagnosticadas com câncer epitelial de ovário, a ASCO recomenda testes genéticos germinativos, incluindo BRCA1/2 e outros genes associados à predisposição hereditária. Quando não são identificadas variantes germinativas patogênicas, recomenda-se avaliar alterações somáticas diretamente no tumor.</p>
<p>Os <strong>testes multigênicos</strong> também vêm ganhando espaço: para quem tem histórico pessoal ou familiar relevante, outros genes além de BRCA1/2 podem ser considerados. As diretrizes da ASCO de 2024 recomendam considerar esse tipo de teste quando vários genes podem estar relacionados ao histórico do paciente — sempre com os resultados interpretados junto a aconselhamento genético.</p>
<p>---</p>
<h2>Teste BRCA positivo significa que a pessoa vai ter câncer de ovário?</h2>
<p><strong>Não.</strong> Esse é um dos equívocos mais comuns na interpretação do exame.</p>
<p>Uma variante patogênica em BRCA1 ou BRCA2 indica risco significativamente maior — não uma certeza. Como destaca o <em>American College of Obstetricians and Gynecologists</em> (ACOG), um resultado positivo aumenta o risco, mas não permite prever com certeza se o câncer vai ocorrer, nem em que idade.</p>
<p>Por isso, o manejo clínico de um resultado positivo deve considerar de forma integrada idade, histórico médico, planos reprodutivos e histórico familiar, sempre com orientação de aconselhamento genético.</p>
<p>Para portadoras de alto risco, a <strong>salpingo-ooforectomia redutora de risco (RRSO)</strong> é uma estratégia importante. O momento ideal depende do gene envolvido (BRCA1 ou BRCA2), dos planos reprodutivos e de características individuais — segundo a ACOG, em geral, pode ser considerada após a conclusão dos planos reprodutivos e ao atingir determinada faixa etária.</p>
<p>---</p>
<h2>O que realmente importa saber</h2>
<p>Resumindo os avanços atuais em três pontos:</p>
<ol class="jr-olist"><li><p><strong>Risco elevado, mas desigual</strong> — variantes patogênicas em BRCA1/2 aumentam significativamente o risco de câncer de ovário, sendo o risco ligado ao BRCA1 geralmente maior do que o ligado ao BRCA2.</p></li><li><p><strong>Além do risco hereditário</strong> — o status de BRCA também está ligado à capacidade de reparo do DNA do tumor e à sensibilidade a inibidores de PARP, tornando-se biomarcador central no tratamento de precisão.</p></li><li><p><strong>BRCA não é tudo</strong> — com a evolução dos testes multigênicos e de HRD, a avaliação de risco e o tratamento de precisão caminham para uma abordagem molecular mais ampla, além do BRCA isolado.</p></li></ol>
<p>---</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>As variantes patogênicas em BRCA1 e BRCA2 estão claramente associadas a um risco maior de câncer de ovário — mas um resultado &quot;BRCA positivo&quot; não significa que a pessoa necessariamente desenvolverá a doença, nem que precisará obrigatoriamente de um tratamento específico. Para quem ainda não tem câncer, o teste ajuda a avaliar risco hereditário e orientar estratégias de manejo; para pacientes já diagnosticadas, os testes moleculares de BRCA e HRD contribuem para definir o tratamento mais adequado.</p>
<p>À medida que os testes genéticos, os testes multigênicos e as terapias dirigidas aos mecanismos de reparo do DNA continuam evoluindo, o diagnóstico e o tratamento do câncer de ovário associado a BRCA avançam de uma avaliação tradicional de risco para um manejo cada vez mais preciso e individualizado. Para quem tem histórico pessoal ou familiar relevante, buscar aconselhamento genético com profissionais qualificados é sempre mais seguro do que interpretar isoladamente o resultado de um teste genético.</p>
<p><em>Conteúdo produzido pela Dengyuedistributor, plataforma dedicada a medicamentos e informações médicas, com foco em tumores ginecológicos, medicina de precisão e medicamentos inovadores.</em></p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Comparativo: Publicação Independente vs. Tradicional</title><link>https://joaopedroresende.com/a/comparativo-publicacao-independente-vs-tradicional</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/comparativo-publicacao-independente-vs-tradicional</guid><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:47:58 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<p>Ter um filho. Plantar uma árvore. Escrever um livro.</p>
<p>Pois é, escrever um livro está no conjunto de metas de vida &quot;padrão&quot; da maioria das pessoas, mas tirar esse projeto do papel — ou melhor, colocar esse projeto no papel — implica escolher entre diferentes caminhos.</p>
<p>A primeira opção, é claro, seria simplesmente não publicar nada. Penso ser muito legítimo escrever para si mesmo e deixar o livro na gaveta. O livro acaba se tornando não um produto público, mas um instrumento de evolução do seu pensamento e da sua capacidade de articular ideias.</p>
<p>Mas, se você pretende deixar que o mundo conheça a sua obra, uma hora você terá que escolher como publicar seu livro. Felizmente, onde antes existia somente uma opção — diga-se de passagem uma opção extremamente fechada —, hoje, existe mais um caminho: a publicação independente.</p>
<p>Foi assim que eu publiquei <a href="https://entreruinasereinos.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entre Ruínas e Reinos</a>, minha obra de fantasia épica, e dentre todos os aspectos, os que eu mais considerei na hora de optar por este modelo foram estes sete aí. Explico em seguida.</p>
<div class="jr-tabw jr-tf-faixa">
    <div class="jr-tab-tit">Comparação entre Publicação tradicional vs. Publicação independente</div>
    <div class="jr-tab-scroll"><table class="jr-tab jr-tl-grade"><thead><tr><th scope="col"></th><th style="background:#7A4B2714;color:#7A4B27;font-weight:600" scope="col">Pub. tradicional</th><th style="background:#A8790014;color:#A87900;font-weight:600" scope="col">Pub. Independente</th></tr></thead><tbody><tr><td>Logística automatizada (fabricação/entrega)</td><td>✅</td><td>✅</td></tr><tr><td>Serviços literários (edição, revisão, diagramação,...)</td><td>✅</td><td>❌</td></tr><tr><td>Direitos sobre a obra</td><td>❌</td><td>✅</td></tr><tr><td>Controle editorial</td><td>❌</td><td>✅</td></tr><tr><td>Velocidade de publicação</td><td>❌</td><td>✅</td></tr><tr><td>Prazo de recebimento típico</td><td>⚠️ duas vezes por ano</td><td>✅ todo mês</td></tr><tr><td>Distribuição (marketing)</td><td>⚠️ talvez</td><td>❌</td></tr></tbody></table></div>
    
  </div>
<h2>Logística automatizada</h2>
<p>Ambos conseguem entregar uma boa operação, automática, transparente. Fabricação do livro, envio para o comprador, sistema de devolução em caso de defeitos, controle de estoque. Tudo isso tem solução na publicação independente (ex: o combo da Hotmart + UiClap, o mesmo que eu uso no meu livro), e claro, no modelo tradicional isso fica 100% na mão da editora. Check, check.</p>
<h2>Serviços literários</h2>
<p>Edição, revisão, diagramação, copidesque, leitura crítica... A editora cuidaria de tudo isso. Se você é um autor independente, é você quem cuida. A boa notícia é que hoje existe um mercado inteiro de profissionais capacitados para prestar cada um desses serviços literários, a má notícia é quem paga é você. No relatório do mercado editorial que eu publiquei aqui, você pode ver uma média do preço de cada um desses serviços. Portanto, sim, você consegue resolver sendo independente, porém, há um custo que é inteiramente seu.</p>
<h2>Direitos sobre a obra</h2>
<p>Uma vez que você assina com uma editora, os direitos são dela. Normalmente, isso impica que a editora pode licenciar sua obra e comercializá-la em diferentes formatos e adaptações, o que pode ser incrível para o autor, caso de fato ela esteja correndo atrás de fazer isso pelo seu livro. Ela também pode vender sua obra onde desejar e, inclusive, parar de vender sua obra, ou nunca mais imprimir seu livro, caso ela entenda que isso é mais vantajoso para ela. Do mesmo modo, isso significa que se você quiser fazer algo diferente com a sua obra, isso só acontecerá se eles quiserem também.</p>
<h2>Controle editorial</h2>
<p>A sua criatividade e estilo podem não agradar 100% os interesses da editora que se propôs a te publicar. Nesse caso, você precisará estar disposto a conformar a sua obra para se encaixar melhor com os objetivos da editora, ou pode ser que o contrato não vá para frente. Alterações nos personagens e roteiro pode acontecer para tornar a obra mais comercial e atingir um público alvo maior (o que não é necessariamente ruim, a depender dos objetivos do autor), ou preencher algumas das políticas que a editora definiu para si mesma. Novas edições do livro, onde você deseja modificar algo, também precisariam de aprovação explícita.</p>
<p>Na publicação independente, está tudo na sua mão. É a sua história 100%, e ela vai para onde você quiser. Esta, inclusive, era um parte extremamente importante para mim.</p>
<h2>Velocidade de publicação</h2>
<p>Quando eu terminei meu livro e fui conversar com autores experientes do mercado me disseram que a partir dali seria no mínimo mais 2 anos até eu conseguir publicar via uma editora. Eu já estava há mais de 10 anos com esse livro em aberto, eu queria terminar. Depois que terminei o terceiro manuscrito, foram alguns meses até o &quot;produto livro&quot; ficar pronto (capa, diagramação, etc) e ele estava no mundo. Isso para mim também era um quesito bem importante.</p>
<h2>Prazo de recebimento</h2>
<p>Uma editora típica vai pagar o autor duas vezes por ano. No modelo independente, o pagamento é feito todo mês. Dependendo da plataforma, se usar a Hotmart para vender por exemplo, o valor das vendas pode ser recebido tão rápido quanto 2 dias. Entre 2 dias e 180 dias a diferença é brutal demais para ser ignorada. Isso significa ter fluxo de caixa para investir na divulgação do seu livro ou do seu perfil como autor, e se a editora não for fazer isso pra você com bastante intensidade, eu considero que é melhor fazer eu mesmo e ter o dinheiro na mão para fazê-lo.</p>
<h2>Distribuição (marketing)</h2>
<p>Aqui entra o ponto mais sensível de todos. Antigamente o único jeito de colocar um livro no mundo era via uma Editora. Não era possível que um indivíduo pudesse fazer seu livro chegar às pessoas sem passar pelo canal de mídia e distribuição de alguém. As redes sociais mudaram isso.</p>
<p>A consequência disso é que, agora, nós, autores independentes, podemos fazer nosso próprio marketing, porém, mais que isso, fazer o nosso próprio marketing é desejável e traz um tipo benefício que é difícil de abrir mão. Ter uma audiência própria e poder falar com ela quando quiser, é um superpoder para um autor. Não à toa, o mercado editorial vem passando por uma transformação importante, onde os <em>bestsellers</em> nascem nas redes sociais e os livros passam a ser um produto que representa determinado fandom (comunidade).</p>
<p>Dito isso, prover distribuição e marketing passa a ser algo crítico na proposta de valor de uma Editora. Se o autor se vincular a uma editora que não consiga entregar isso, basicamente ele está deixando seu livro à deriva, e sem ter o capital mínimo para que ele mesmo pilote o próprio marketing, afinal ele sobrará apenas com 10% do preço de capa por livro.</p>
<p>Na publicação independente, a margem do autor por livro é chega a 40%, 50% até 60%+ do preço de capa em alguns casos. Isso cria unidades econômicas que de fato permitem o autor a sair do lugar investindo no crescimento da própria comunidade e na venda direta do livro através de anúncios em redes sociais.</p>
<h1 class="jr-cap">E então, qual escolher?</h1>
<p>Acredito que todos concordamos que não temos aqui um certo e um errado. Entretanto, no meu ponto de vista, o quesito mais sensível acaba sendo o marketing. Todos os demais são contornáveis e tem prós e contras mais equilibrados.</p>
<p>No final, se a Editora for fazer a distribuição e o marketing de forma séria pra você, penso que vale a pena considerar a publicação tradicional porque os demais benefícios são muito bons. Se eles não forem investir de verdade no seu marketing e distribuição, vale mais considerar uma publicação independente.</p>
<p>E se você pensa em publicar um livro, me diga me conte mais dele nos comentários. Adoraria saber no que você está trabalhando por aí.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>As principais Armadilhas da Publicação Independente (e como não cair nelas)</title><link>https://joaopedroresende.com/a/armadilhas-da-publicacao-independente</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/armadilhas-da-publicacao-independente</guid><pubDate>Sun, 16 Aug 2026 16:43:47 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<p>Ainda no contexto do aniversário de 1 ano de <a href="https://entreruinasereinos.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&quot;Entre Ruínas e Reinos&quot;</a> me pareceu que seria bom momento para fazer um vídeo sobre <strong>publicação independente</strong> no meu canal de Youtube.</p>
<p>Sim, para você que não sabe, ER&amp;R é um livro independente. Hoje, a editora que está por trás é apenas um CNPJ criado por mim para viabilizar a comercialização do livro (apesar eu ter a sensação que a Artifactory será algo além disso no futuro).</p>
<p>Nos agradecimentos do livro, deixei o nome de todos os amigos e profissionais que me ajudaram no processo de publicação, desde a leitura beta, até a revisão, diagramação, design, ilustrações, etc. No final, penso que saiu um ótimo livro, mesmo eu sendo marinheiro de primeira viagem no assunto.</p>
<p>Não foi perfeito (passaram erros de revisão, diagramação, etc), mas ainda assim ficou incrível e nada que ficou para trás é algo impossível de resolver. Os errinhos eu corrijo nas edições seguintes, as coisas que os leitores sentiram falta (do ponto de vista de estrutura) eu acabei endereço de outras formas. Por exemplo, um dos feedbacks que eu recebia é que, como o mundo é vasto, eles gostariam de ter acesso aos mapas em tamanho maior (especialmente para os leitores do Kindle isso era importante) e também a um Glossário. Disponibilizei as duas coisas dentro da comunidade online oficial do livro.</p>
<p>Enfim, <strong>um livro lançado bem nos moldes startup:</strong> &quot;MVP&quot; na primeira edição e melhorias/evoluções nas edições posteriores. Como eu tenho controle total dos direitos, posso mexer à vontade, quando eu quiser, como quiser. E essa é uma das vantagens da publição independente.</p>
<p>Mas, se você está pensando em publicar seu primeiro livro, saiba que existem algumas armadilhas que podem fazer você perder dinheiro, tempo, e eventualmente até perder os direitos da sua obra a troco de nada. Nesse vídeo eu falo um pouco sobre ER&amp;R, um pouco sobre o que eu vi do Mercado Editorial até aqui e um mais um pouco sobre esses cuidados para autores de primeira viagem.</p>
<p>Espero que lhes seja útil.</p>
<div class="jr-video"><iframe src="https://www.youtube-nocookie.com/embed/JjRyiRGEtSc" title="Vídeo" class="ch12" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>]]></content:encoded></item>
<item><title>O desafio começa depois do lançamento</title><link>https://journal.artifactory.com.br/productmarketing/a/o-desafio-comeca-depois-do-lancamento</link><guid>https://journal.artifactory.com.br/productmarketing/a/o-desafio-comeca-depois-do-lancamento</guid><pubDate>Fri, 14 Aug 2026 16:32:39 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<h1 class="jr-capa"><strong>O desafio começa depois do lançamento</strong></h1>
<p>Durante muito tempo, empresas de tecnologia trataram lançamento como linha de chegada.</p>
<p>Produto pronto, GTM definido, Marketing comunica, Sales e CS recebem enablement e, algumas semanas depois, o foco já está no próximo lançamento.</p>
<p>Só que lançar e fazer um produto ser usado de verdade são desafios bem diferentes.</p>
<p>Um produto pode ter uma ótima proposta de valor e ainda assim ter baixa adoção. Entre disponibilizar uma solução e incorporá-la à rotina do cliente existe muita fricção.</p>
<p>Foi essa percepção que me fez olhar cada vez mais para Product Adoption como uma disciplina própria.</p>
<h2><strong>O cliente já tem uma forma de resolver o problema</strong></h2>
<p>Quando lançamos algo novo, é fácil assumir uma lógica simples: existe um problema, criamos uma solução melhor, comunicamos e o cliente começa a usar. Na prática, o cliente já resolve aquele problema hoje. Pode ser com um concorrente, uma planilha, um processo manual ou simplesmente convivendo com a dor. Isso significa que adoção exige mudança de comportamento.</p>
<p>O cliente precisa descobrir o produto, entender o valor, decidir testar, aprender a usar, configurar e perceber resultado. Cada etapa adiciona uma nova oportunidade de abandono.</p>
<p>Por isso, uma pergunta central em adoção é: Qual é a menor distância possível entre o cliente e o primeiro valor percebido?</p>
<h2><strong>Awareness é só uma parte do problema</strong></h2>
<p>Quando a adoção está baixa, a reação comum é pensar em comunicação.</p>
<p>Talvez o cliente realmente não saiba que a funcionalidade existe.</p>
<p>Mas ele também pode conhecer e não entender o valor. Pode tentar usar e abandonar no setup. Pode concluir a configuração e não perceber resultado.</p>
<p>São problemas completamente diferentes.</p>
<p>Por isso, antes de aumentar investimento em comunicação, precisamos entender exatamente onde está a fricção.</p>
<h2><strong>O produto também precisa fazer parte da estratégia de adoção</strong></h2>
<p>CRM, conteúdo, campanhas, Sales e CS continuam importantes.</p>
<p>Mas existe um limite para o quanto conseguimos compensar uma experiência ruim com comunicação.</p>
<p>Se uma funcionalidade está escondida no produto, se o setup é longo demais ou se exige muito esforço antes de gerar valor, talvez a melhor ação de adoção seja uma mudança na própria experiência.</p>
<p>Um default melhor.</p>
<p>Uma configuração pré-preenchida.</p>
<p>Um template.</p>
<p>Uma recomendação contextual.</p>
<p>Um onboarding mais curto.</p>
<p>Às vezes, uma pequena mudança no produto gera mais adoção do que uma grande campanha.</p>
<h2><strong>Nem todo cliente deveria usar todo produto</strong></h2>
<p>Outro erro comum é olhar apenas para adoção sobre a base total.</p>
<p>Nem toda funcionalidade é relevante para todo cliente.</p>
<p>Por isso, uma pergunta melhor do que &quot;quantos clientes usam?&quot; é: Quantos dos clientes que deveriam usar estão usando?</p>
<p>O denominador muda tudo.</p>
<p>Quanto melhor entendemos quem realmente tem aquele problema, mais eficientes ficam Product, CRM, Marketing, Sales e CS.</p>
<h2><strong>Adoção precisa ser tratada end-to-end</strong></h2>
<p>Product Adoption atravessa várias áreas.</p>
<p>Produto constrói a experiência. Marketing cria awareness. CRM ativa. Sales e CS ajudam na implementação. Data identifica oportunidades e mede comportamento.</p>
<p>O risco é cada área otimizar sua própria métrica enquanto a adoção continua baixa.</p>
<p>Marketing aumenta alcance.</p>
<p>CRM aumenta abertura.</p>
<p>CS aumenta contatos.</p>
<p>Produto aumenta exposição.</p>
<p>Mas o comportamento do cliente não muda.</p>
<p>Por isso, gosto de pensar em adoção a partir de três elementos: uma audiência clara, um comportamento desejado e uma métrica que mostra se esse comportamento aconteceu.</p>
<p>Os canais entram depois.</p>
<h2><strong>O trabalho continua depois do lançamento</strong></h2>
<p>É justamente depois do release que surgem as melhores informações.</p>
<p>Quem está usando?</p>
<p>Quem deveria usar e ainda não está?</p>
<p>Onde as pessoas abandonam?</p>
<p>Quais segmentos adotam mais?</p>
<p>Quais mensagens funcionam?</p>
<p>O que os clientes que tiveram sucesso fizeram diferente?</p>
<p>Esse aprendizado deveria alimentar ciclos contínuos de adoção.</p>
<p>Lançamos, observamos, criamos hipóteses, testamos e escalamos o que funciona.</p>
<p>Quando a barreira está na experiência, voltamos para o produto.</p>
<h2><strong>Adoção também é feedback de produto</strong></h2>
<p>Se fizemos um bom trabalho de distribuição, segmentação e experiência e mesmo assim poucos clientes querem usar, existe um sinal importante aí.</p>
<p>Talvez o problema não seja tão relevante.</p>
<p>Talvez a solução não entregue valor suficiente.</p>
<p>Talvez tenhamos construído para a persona errada.</p>
<p>O uso é uma das formas mais concretas de validar valor percebido.</p>
<h2><strong>A próxima vantagem competitiva</strong></h2>
<p>Com IA, construir software está ficando cada vez mais rápido e barato.</p>
<p>Isso significa que empresas conseguirão lançar muito mais produtos e funcionalidades.</p>
<p>Mas a capacidade dos clientes de descobrir, entender e incorporar tudo isso não cresce na mesma velocidade.</p>
<p>Por isso, acredito que Product Adoption vai ganhar cada vez mais importância.</p>
<p>A vantagem estará nas empresas que conseguirem entender quais comportamentos geram valor, identificar as fricções que impedem esses comportamentos e mobilizar Produto e GTM para removê-las.</p>
<p>Colocar uma funcionalidade no ar pode acontecer em um dia.</p>
<p>Fazer alguém mudar a forma como trabalha pode levar meses.</p>
<p>É nesse espaço que boa parte do valor de um produto ainda precisa ser conquistado.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Você agora também pode usar o Journal.</title><link>https://joaopedroresende.com/a/voce-agora-pode-usar-o-journal</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/voce-agora-pode-usar-o-journal</guid><pubDate>Thu, 13 Aug 2026 19:21:09 GMT</pubDate><description>Uma ferramenta de Blog + Newsletter, customizável, monetizável e... de graça.</description><content:encoded><![CDATA[<p>Meu blog original nasceu em 2008: <em>joaopedroresende.com</em></p>
<p>Ele já teve algumas caras diferentes e até domínios diferentes, porém já faz alguns anos que ele sossegou no <em>joaopedroresende.com</em> rodando um Wordpress como plataforma de blogging.</p>
<p>Acontece que, em dado momento, <strong>as redes sociais tomaram para si tudo que costumava se fazer em Blogs</strong>. Os textões viraram vídeos long form no Youtube, ou até no LinkedIn. Os textos mais curtos tomaram conta do Instagram (feed) e dos Stories, através das Caixinhas de Perguntas que, a propósito, se tornaram a minha forma principal de produção de conteúdo pessoal.</p>
<p>Mas, o mundo dá voltas.</p>
<p>Há cerca de 2 anos as pessoas começaram a entender os buracos das redes sociais para quem tem na produção de conteúdo algo além do entretenimento. Se produção de conteúdo faz parte da estratégia da sua carreira ou da sua empresa, confiar todo o seu esforço de produção de conteúdo em uma plataforma que muda as regras todos os dias e <strong>não te permite distribuir tudo que você produz para quem decidiu explicitamente se tornar sua audiência</strong>, torna-se cada vez mais arriscado.</p>
<p>Não à toa, <strong>plataformas de Newsletter</strong> começaram a ganhar bastante força nos últimos 24 meses. Porém, elas são exatamente isso: plataformas de Newsletter. Newsletters com links públicos para o conteúdo disparado por email. E tudo bem. Mas, quando eu decidi migrar meu Blog pessoal para outra plataforma, não era isso que eu estava procurando. Eu estava procurando uma plataforma de blogging com algumas capacidades nativas de Newsletter, e não uma Newsletter com links públicos. E talvez eu quisesse algumas coisinhas a mais... Enfim, não encontrei.</p>
<p>Então, acabei criando uma pra mim.</p>
<p>E depois de ver como tinha ficado, decidi deixar ela aberta para quem mais possa se interessar. Não se preocupe, <strong>é grátis.</strong></p>
<h2>O que eu queria resolver:</h2>
<ol class="jr-olist"><li><p>Que o meu blog servisse como meu <strong>site pessoal também</strong>.</p></li><li><p>Que tivesse uma newsletter embutida para distribuição dos conteúdos.</p></li><li><p>Que também fosse o meu &quot;link na bio&quot;.</p></li><li><p>Que houvesse níveis de conteúdo com diferentes acessos: só para inscritos na newsletter, ou só para assinantes pagos (integrado à Hotmart).</p></li><li><p>Que permitisse muito mais customização do que um Substack da vida, mas sem a complicação (e a lentidão) do Wordpress.</p></li><li><p>Que fosse fácil de eu produzir conteúdo nos meus formatos preferidos, entre eles: Caixinha de Perguntas, Relatórios sofisticados com muitos dados (hoje faço isso através do Youtube), Carrosséis, etc. Além de, é claro, dos formatos mais comuns, como Artigos e Notas rápidas.</p></li><li><p>Que o editor de texto fosse excelente e com boa opção de componentes visuais.</p></li><li><p>Que estivesse otimizado para SEO e LLMs.</p></li><li><p>Que permitisse acompanhar as principais métricas facilmente.</p></li></ol>
<p>Você vai encontrar algumas coisas além disso também. Coisas mais &quot;nichadas&quot;, como por exemplo, a funcionalidade de &quot;Apresentar&quot; que abre uma espécie de lousa sobre o post do autor, para que ele possa gravar a tela explicando e desenhando sobre ela. Se você já viu como eu faço <a href="https://www.youtube.com/@jpresende_oficial" target="_blank" rel="noopener noreferrer">meus vídeos no Youtube</a>, talvez você entenda de onde veio isso.</p>
<p>Foi assim que nasceu o Journal.</p>
<h2>Mas como funciona a Newsletter do Journal?</h2>
<p>Trata-se de uma newsletter <strong>automática</strong>, semanal, que pega TODO o conteúdo que você publicou no Journal desde o último disparo e monta uma newsletter com os links para cada artigo. Você não precisa configurar nada.</p>
<p>A cada edição dessa Newsletter, <strong>você pode (se quiser) escrever texto ANTES ou DEPOIS do bloco de links com seus conteúdos</strong>, dando assim espaço para você falar o que quiser, além de entregar tudo que você publicou nos dias anteriores.</p>
<p>O Journal ainda está em Beta, portanto existe uma limitação de 10.000 disparos por semana (este limite pode mudar futuramente baseado nos aprendizados da fase Beta). Então, se você tiver mais de 10.000 inscritos em sua Newsletter, o Journal escolherá 10.000 para receber a News. No futuro, havendo interesse o suficiente, é provável que haja planos pagos para custear a remoção ou aumento deste limite.</p>
<h2>Como funciona a Monetização no Journal?</h2>
<p>Totalmente integrada com a Hotmart.</p>
<p>Você cria na Hotmart o produto que representa a assinatura do seu Journal e na aba de &quot;Monetização&quot; você copiará os parâmetros para integrar o seu Journal. Assim, cada venda feita daquele produto, libera acesso aqui no Journal aos conteúdos associados à aquela assinatura. Com isso você aproveita todas as vantagens e capacidade da Hotmart para vender no mundo todo.</p>
<p><strong>Para você que já cliente da Hotmart</strong>, tudo fica no seu fluxo normal de negócio: relatórios, saques, trocas de preço, customização do checkout, etc. Você nem precisa necessariamente criar um produto novo, se quiser simplesmente liberar acesso de assinante no seu Journal para clientes que comprarem um produto que já existe.</p>
<h2>Por que você está fazendo isso de graça, JP?</h2>
<p>Bem, eu já ia fazer pra mim mesmo e me pareceu que talvez mais pessoas tivessem um sentimento similar ao meu quanto às plataformas de blogging/newsletter atuais. Sobre ser de graça, de fato é, mas aqueles que forem monetizar os seus Journals usarão a Hotmart, então eu acabo contribuindo para a minha própria empresa com algo que eu queria construir para fins pessoais.</p>
<h2>Já posso começar hoje então?</h2>
<p>Pode. Fique à vontade. Lembre-se apenas que o Journal está em Beta e podem haver bugs. No mais, seja muito bem-vindo(a) e aproveite o <a href="https://journal.artifactory.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Journal</a>.</p>]]></content:encoded></item>
<item><title>Aniversário de 1 ano de &quot;Entre Ruínas e Reinos&quot;</title><link>https://joaopedroresende.com/a/aniversario-de-1-ano-de-entre-ruinas-e-reinos</link><guid>https://joaopedroresende.com/a/aniversario-de-1-ano-de-entre-ruinas-e-reinos</guid><pubDate>Sun, 09 Aug 2026 01:10:31 GMT</pubDate><description></description><content:encoded><![CDATA[<p><strong>Parece que foi ontem.</strong></p>
<p>Em 27 de julho de 2025 eu estava no <em>Esopo: A Taberna dos Tempos</em>, para o lançamento de <a href="https://entreruinasereinos.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entre Ruínas e Reinos: A Torre Quebrada</a>, o primeiro volume da minha saga de Fantasia Épica. Sem dúvida dos dias mais divertidos da minha vida, rodeado de amigos e familiares.</p>
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<p>Eu sei que é estranho. Não é todo dia em que se tem um CEO de empresa de tecnologia publicando uma fantasia. Normalmente, o esperado é que gente como eu escreva um livro sobre business. Sobre gestão. Sobre dinheiro, investimentos. E é claro que eu adoraria fazer isto também. Não só adoraria, como pretendo fazê-lo... um dia. Mas esse dia não é hoje.</p>
<p>Hoje é dia de celebrar 1 ano de ER&amp;R.</p>
<h1 class="jr-cap">Assim como quase tudo o mais que eu fiz na vida e que deu certo, eu comecei fazendo porque gostava.</h1>
<p>A verdade é que eu iria escrever esse livro tão somente pelo prazer de me divertir escrevendo. Esse livro não era para ter sido publicado. Mas o empurrãozinho veio da minha esposa, e logo eu comecei a sentir que não publicá-lo seria como deixar um trabalho incompleto. E eu detesto isso. Se tem algo que eu considero uma das habilidades da qual eu tenho mais orgulho é essa capacidade de conseguir terminar as coisas. Ir do início, até o fim.</p>
<p>Pois terminei. Abri um CNPJ de editora, a Artifactory, e publiquei o livro de forma independente, com suporte de vários amigos extremamente talentosos. Na parte de design e diagramação, Lucas Rosa. Na parte de leitura beta, meus amigos Abramo, Paulo Vasconcelos, Rodrigo Simonsen. Na parte de tráfego para levar o livro ao mundo, o Matheus Carmo. Para além desses, vários outros fornecedores ajudaram em maior ou menor medida, sendo que destaco a Claudia Lemes que foi minha mentora durante o processo todo e o Beto Menezes, artista que fez várias das artes do livro.</p>
<p>Eu já estava feliz demais com a conclusão de mais um projeto, quando começaram a aparecer os primeiros leitores. Sinceramente, eu não fazia ideia do que esperar da reação deles, afinal de contas esse livro é quase um alienígena no mercado editorial brasileiro.</p>
<p>Veja, aparentemente, sem querer, acabei reunindo em um livro único, TUDO que esse mercado parece não querer hoje:</p>
<ul class="jr-list"><li><i class="jr-sq"></i><p>Calhamaço: são 600 páginas (a recomendação é nunca começar com um livro grande; no máximo 300-400 para ficção)</p></li><li><i class="jr-sq"></i><p>Saga: exaustivamente desrecomendado fazer uma saga como primeira obra (sem contar que nenhuma editora quer Saga de um autor de primeira viagem)</p></li><li><i class="jr-sq"></i><p>Protagonista homem (hoje 70% dos leitores de ficção são mulheres, de modo que protagonistas femininas tem muito mais aderência ao publico que de fato lê)</p></li><li><i class="jr-sq"></i><p>Preço $: em vez de colocar no Kindle Unlimited de graça, o livro custa R$ 89 na Amazon, sendo R$ 59 a versão Kindle. No site oficial, pela Hotmart, você compra por R$ 79 e recebe acesso à Comunidade de bônus. Essa decisão permitiu que as campanhas de divulgação do livro tivessem mais verba para escalar e fazer o livro alcançar mais gente de maneira sustentável.</p></li><li><i class="jr-sq"></i><p>Sem &quot;hot&quot;: o nicho de maior sucesso hoje em Fantasia é a &quot;Romantasia&quot; onde grande parte das histórias giram em volta de um romance com altíssima tensão sexual e muitas cenas de sexo explícito. O oposto.</p></li><li><i class="jr-sq"></i><p>Publicação independente: muita gente ainda tem preconceito com ficção nacional e sobretudo com publicação independente. Vencer essa descrença é um desafio enorme, especialmente para autores de primeira viagem.</p></li></ul>
<h2>Mas então, isso aconteceu...</h2>
<p>Apesar do prognóstico ruim dos especialistas, nesse primeiro ano, o livro vendeu <strong>milhares</strong> de cópias diretamente pelo site oficial do livro (via Hotmart), muito antes de estar na Amazon, que é reconhecidamente o maior motor de busca de livros do mundo.</p>
<p>Atualmente está com <span class="jr-tip" tabindex="0">avaliação 4.8/5 estrelas<span class="jr-tipcard"><img src="/media/bf6d678ac422b2947d59.webp" alt=""></span></span> (originadas 99% dos leitores do Kindle, pois a versão física na Amazon está disponível há menos de 1 mês). O livro conquistou uma relevante base de fãs que já anseiam pela sequência e a história continua na cabeça dos leitores, meses depois deles terem terminado de ler.</p>
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          <p class="jr-tcar-text">Me pegou de surpresa, e surpresa boa, daquelas que te deixam parado por um segundo depois de virar a página. Quando a fantasia nacional acerta em cheio.</p>
          <div class="jr-tcar-quem"><div class="jr-tcar-id"><b>Anderson Sedano</b><span>Leitor do Skoob</span></div></div>
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          <p class="jr-tcar-text">Virei lendo entre os plantões. Fazia muito tempo que não lia algo que não fosse técnico. Simplesmente sensacional. Estou ansioso pela continuação.</p>
          <div class="jr-tcar-quem"><div class="jr-tcar-id"><b>Ivisson Emiliano</b><span>Médico</span></div></div>
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          <p class="jr-tcar-text">Nunca maratonei tanto um livro na vida. Passei umas 15 ou 16 horas do fim de semana totalmente imerso. Simplesmente não conseguia parar. Se já tivesse o segundo livro, eu certamente já teria começado</p>
          <div class="jr-tcar-quem"><div class="jr-tcar-id"><b>Marcelo Távora</b><span>Empreendedor</span></div></div>
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          <p class="jr-tcar-text">Uma mistura de D&amp;D com Tolkien que caiu muito bem. Um livro muito bom, gostoso de ler, com uma história bem bacana. Recomendo.</p>
          <div class="jr-tcar-quem"><div class="jr-tcar-id"><b>Eduardo Nascimento</b><span>Leitor do Skoob</span></div></div>
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          <p class="jr-tcar-text">Ter a chance de encontrar uma fantasia desse nível escrita por um brasileiro é algo que eu nunca achei que encontraria. Todo personagem tem alma e respira. Fazia muitos anos que eu não vibrava tanto lendo uma fantasia. Não vejo a hora de conhecer mais dessa história.</p>
          <div class="jr-tcar-quem"><div class="jr-tcar-id"><b>Leitor de Kindle</b><span>Avaliado com 5 estrelas</span></div></div>
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          <p class="jr-tcar-text">Merece todo o hype… Entre Ruínas e Reinos vai se tornar seu livro preferido de fantasia. J.P. Resende tem todo meu carinho e louvor: um brasileiro que escreveu um livro digno de Oscar.</p>
          <div class="jr-tcar-quem"><div class="jr-tcar-id"><b>Jissele R. Pereira</b><span>Leitor do Skoob</span></div></div>
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          <p class="jr-tcar-text">Também gostei muito! Li em três dias, não conseguia parar!</p>
          <div class="jr-tcar-quem"><div class="jr-tcar-id"><b>@zanellasimone</b><span>via instagram</span></div></div>
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<p>Eu realmente fiquei muito surpreso com a receptividade dos leitores para com ER&amp;R e, hoje, 1 ano depois, posso dizer sem sombra de dúvidas que estou muito feliz com esse projeto. No pré-lançamento fizemos uma campanha maravilhosa com as Caixas de Artefatos, tivemos um book signing no <a href="https://fire.hotmart.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FIRE</a>, e mais recentemente, agora ao completar o primeiro aniversário, lancei a <a href="https://app.entreruinasereinos.artifactory.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Comunidade Oficial</a> do livro (o &quot;Salão dos Leitores&quot;) com discussões, materiais extras e desafios.</p>
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          <img src="/media/7f5b1c729aff41108f4e.webp" alt="Book signing: FIRE 25" loading="lazy">
          <figcaption class="jr-figcap">Book signing: FIRE 25</figcaption>
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          <figcaption class="jr-figcap">Book signing: FIRE 25</figcaption>
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          <figcaption class="jr-figcap">Book signing: FIRE 25</figcaption>
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          <figcaption class="jr-figcap">Book signing: FIRE 25</figcaption>
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          <img src="/media/ec268c5191eb81bf9536.webp" alt="Caixa de Artefatos" loading="lazy">
          <figcaption class="jr-figcap">Caixa de Artefatos</figcaption>
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          <figcaption class="jr-figcap">Caixa de Artefatos</figcaption>
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          <figcaption class="jr-figcap">Caixa de Artefatos</figcaption>
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          <figcaption class="jr-figcap">Caixa de Artefatos</figcaption>
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          <figcaption class="jr-figcap">Comunidade Oficial</figcaption>
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<h2>O que vem por aí?</h2>
<p>Estou muito animado para continuar escrevendo a saga, mesmo no meio dessa correria maluca que é a minha vida de Pai de três crianças, marido, CEO, investidor e agora... escritor.</p>
<p>O segundo livro já está no forno e eu acredito que estou perto da metade dele. Gostaria de estar avançando mais rápido, mas faço o que posso, dentro do tempo que tenho e do nível de qualidade que eu pretendo colocar na obra. A boa notícia é que, na minha opinião, está ficando muito bom!</p>
<p>Até lá, se você adquiriu seu livro através no site oficial (via Hotmart), você está com acesso liberado na <a href="https://app.entreruinasereinos.artifactory.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Comunidade</a>. Aproveite para conhecer outros leitores e participar das discussões e desafios.</p>
<p>À você que é leitor de Entre Ruínas e Reinos, meu <strong>muito obrigado</strong>. Você me anima a continuar escrevendo essa saga, que ainda tem muito caminho para percorrer na companhia de Adan, Bunfa, Bella, Glutão e tantos outros personagens que trombaram com vocês durante a leitura.</p>
<p>E à você, que ainda não é um leitor de ER&amp;R, fica aí a minha recomendação suspeitíssima de leitura. É uma Fantasia Épica, com um muito mais que Fantasia por trás. Eu penso que você deveria dar uma chance ao livro.;)</p>
<div class="jr-btnwrap"><a class="jr-cta-btn ch8" href="https://entreruinasereinos.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Adquirir &quot;Entre Ruínas e Reinos&quot; no site oficial</a></div>
<p>Nos vemos do outro lado.</p>]]></content:encoded></item>
</channel></rss>