Eu comecei a minha carreira como CLT.
Vida normal, como quase todo mundo.
Só que sempre teve uma coisa em mim: eu era inconformado.
Não queria depender da boa vontade de um chefe para ganhar 5% de aumento. Muito menos depender de governo a ou b.
Então fui estudar.
Me formei em engenharia. Fiz duas pós-graduações. Cheguei a começar um mestrado.
E as promoções vieram.
Mas aqui começa a parte que quase ninguém fazia igual.
Enquanto muitos colegas trocavam de carro todo ano, faziam viagens caras e compravam casas melhores, eu guardava.
E, mais do que guardar, eu já pensava: como o dinheiro pode trabalhar para gerar mais dinheiro?
Foi nesse período que me capacitei financeiramente.
Descobri muita coisa sozinho. Errando. Batendo cabeça.
Mas o que mais fez diferença não foi um acerto genial.
Foi o empilhamento. Conhecimento, hábitos e ações, um em cima do outro, ano após ano.
O primeiro "não"
Isso me levou a um patamar que, em 2019, me permitiu dizer o primeiro "não" de verdade da minha vida.
Porque eu tinha entendido uma coisa: junto com o dinheiro, vem o poder.
E eu usei esse poder para dizer vários "nãos" que transformaram tudo.
O maior deles: larguei uma carreira já consolidada na Gerdau.
Passei por tudo lá dentro. Estagiário, mecânico, técnico, assistente, analista, engenheiro, coordenador.
E escolhi sair para colocar energia no que eu mais amo: ensinar.
Da sala de aula ao Método MRP
Comecei dando aula na mesma universidade em que me formei. Fiquei alguns anos.
Foi quando veio a pandemia.
E eu vi de perto o quanto uma boa estratégia de finanças pessoais fazia diferença na vida das pessoas, ainda mais nesses períodos turbulentos que sempre voltam.
Durante toda a minha carreira, amigos e colegas já me pediam dicas sobre finanças e investimentos.
Então juntei o útil ao agradável: a minha paixão por ensinar e a enorme demanda por educação financeira no país.
Foi aí que nasceu o Método MRP.
Uma metodologia que lapidei por anos e que ficou conhecida por levar pessoas comuns a juntar dinheiro e a aproveitar mais a vida.
O ponto que me importa
O MRP não é aquele método de economizar o cafezinho para ficar rico aos 68 anos.
É o contrário.
Feito com disciplina, você começa a usufruir da vida hoje.
Ganha tranquilidade. Ganha tempo de qualidade com quem você ama. Sai da loucura e do stress que o status quo vende como "vida produtiva".
Porque, para mim, produtividade é isto: ter mais tempo para o que traz saúde física, mental e financeira.
A boa notícia é que esse caminho já está trilhado.
Basta seguir o passo a passo.
Se essa história fala com você, me acompanhe por aqui e nas redes.
O objetivo é simples: mais dinheiro para aproveitar a vida.